<?xml version='1.0' encoding='UTF-8'?><?xml-stylesheet href="http://www.blogger.com/styles/atom.css" type="text/css"?><feed xmlns='http://www.w3.org/2005/Atom' xmlns:openSearch='http://a9.com/-/spec/opensearchrss/1.0/' xmlns:georss='http://www.georss.org/georss' xmlns:gd='http://schemas.google.com/g/2005' xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'><id>tag:blogger.com,1999:blog-34522588</id><updated>2011-04-21T10:52:23.160-07:00</updated><title type='text'>em nome da arte</title><subtitle type='html'></subtitle><link rel='http://schemas.google.com/g/2005#feed' type='application/atom+xml' href='http://vanwilde.blogspot.com/feeds/posts/default'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/34522588/posts/default?max-results=100'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://vanwilde.blogspot.com/'/><link rel='hub' href='http://pubsubhubbub.appspot.com/'/><author><name>Sergio</name><uri>http://www.blogger.com/profile/08811021220411129152</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><generator version='7.00' uri='http://www.blogger.com'>Blogger</generator><openSearch:totalResults>23</openSearch:totalResults><openSearch:startIndex>1</openSearch:startIndex><openSearch:itemsPerPage>100</openSearch:itemsPerPage><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-34522588.post-116922993043078046</id><published>2007-01-19T09:38:00.000-08:00</published><updated>2007-01-19T10:05:30.496-08:00</updated><title type='text'>Álbuns que influenciaram guitarristas</title><content type='html'>&lt;a href="http://photos1.blogger.com/x/blogger/3591/3805/1600/379734/f60244v6fj8[1].jpg"&gt;&lt;img style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; CURSOR: hand" alt="" src="http://photos1.blogger.com/x/blogger/3591/3805/320/813982/f60244v6fj8%5B1%5D.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Cream- Disraeli Gears&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Este mítico álbum marca uma nova sonoridade da banda. Os Cream era conhecidos pelos longos improvisos, peso e por ser uma das primeiros trios que no inicio iria marcar uma nova onda de inúmeros trios. Esta super banda, já com um currículo extenso entre bandas de jazz e blues encontrariam melhor sorte com os Cream formado pelo baterista carismático, Ginger Baker. Mas a maior estrela da banda era Eric Clapton, então no auge, influenciaria inúmeros guitarristas graças á sua genialidade. Jack Bruce, um poeta dono de uma voz doce e cativante junto com Baker e Clapton estavam predestinados a ser um dos maiores trios do mundo. Efeitos psicadélicos do pedal Wah-Wah, solos demasiados virtuosos, um som límpido e blues demasiado pop e pérolas escondidas que merecem ser descobertas como ‘Tales Of Brave Ulysses’ e o maior êxito da banda: ‘Sunshine Of Your Love’ uma grande canção com refrão pesado e peso acrescentado no final.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;a href="http://photos1.blogger.com/x/blogger/3591/3805/1600/207915/e280688for2[1].jpg"&gt;&lt;img style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; CURSOR: hand" alt="" src="http://photos1.blogger.com/x/blogger/3591/3805/320/368438/e280688for2%5B1%5D.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;Free- Fire And Water&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;Terceiro álbum deste grupo britânico inclassificável, saido do blues boom dos finais dos sixties e que traçaria um certo sabor a rock seventies, pesado e metálico, Fire And Water constitui a apoteose dos Free e o inicio de um grande sucesso graças ao single All Right Now. Paul Kossof trasmitia toda a dor e lamento pelos magnificos solos e Paul Rodgers nunca se portou tão bem como neste álbum mágico. Baladas adoçadas também estão incluidas no reportório, basta procurar no nostálgico Remember e na doce Oh I Wept. Um clássico.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;a href="http://photos1.blogger.com/x/blogger/3591/3805/1600/432511/f85863hkp8h[1].jpg"&gt;&lt;img style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; CURSOR: hand" alt="" src="http://photos1.blogger.com/x/blogger/3591/3805/320/854474/f85863hkp8h%5B1%5D.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;Jeff Beck- Blow By Blow&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;Uma das figuras mais ‘sul generis’ da galeria dos lendários guitarristas. Passou pelos Yardbirds e pelos Jeff Beck Group (onde Rod Setwart ainda era um certo desconhecido) abraçando finalmente a carreira a solo. Em 1975 lançou o seu álbum a solo mais famoso, Blow By Blow, salpicada de verdadeiras pérolas do chamado fusion rock, um álbum magistral e experimental. Jeff Beck utilizou a Gibson Les Paul embora que o seu som mais característico fosse uma stratocaster modificada.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;a href="http://photos1.blogger.com/x/blogger/3591/3805/1600/651731/e94066l4mxj[1].jpg"&gt;&lt;img style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; CURSOR: hand" alt="" src="http://photos1.blogger.com/x/blogger/3591/3805/320/403437/e94066l4mxj%5B1%5D.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;Ten Years After- Recorded Live&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;Oriundos do blues boom inglês dos sixties, os Tem Years After gozaram de um sucesso bem merecido em 1969 graças á contribuição em Woodstock e á interpretação de um único titulo, o vertiginoso e inflamável ‘I’m Going Home’ do qual para grande felicidade minha apresenta-se neste álbum ao vivo. Reeditado num só CD, Recorded Live é ambientado por solos dignos de entretimento e a cover de Willie Dixon, ‘Help Me’, é igualmente inflamável. Alvin Lee, líder da banda, foi injustamente desprezado por ser demasiado virtuoso.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;a href="http://photos1.blogger.com/x/blogger/3591/3805/1600/274634/f40175zr6cw[1].jpg"&gt;&lt;img style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; CURSOR: hand" alt="" src="http://photos1.blogger.com/x/blogger/3591/3805/320/196269/f40175zr6cw%5B1%5D.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;Van Halen- Van Halen&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Natural de Pasadena e formado pelos irmãos Van Halen, iriam reinventar aqui o hard rock. Pode-se dizer que quando apareceu o inquieto Eddie Van Halen a forma de tocar guitarra nunca mais foi a mesma. Escalas supersónicas passaram a fazer parte do repertório de quase todos os guitarristas. Eddie Van Halen não só foi original no modo de tocar como no modo de construir novas guitarras como a famosa ‘Frankenstein’com corpo da ‘stratocaster’, o braço de uma ‘kramer’ um humbucking, floyd rose, um único botão de volume e fita cola nos dedos...enfim. foram experiências que mudaram o próprio rumo dos fabricantes de guitarras. Reedescobre-se aqui temas inquietantes como no tema de abertura em ‘Eruption’ na cover soberba ‘You Really Got Me’ (The Kinks) e outras faixas imparáveis ‘Running With The Devil’ ou ‘On Fire’. A banda tentaria ainda impressionar com outro clássico: 1984, mas isso é outra história.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;a href="http://photos1.blogger.com/x/blogger/3591/3805/1600/745431/f15597msg7m[1].jpg"&gt;&lt;img style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; CURSOR: hand" alt="" src="http://photos1.blogger.com/x/blogger/3591/3805/320/557480/f15597msg7m%5B1%5D.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;Steve Vai- Passion &amp; Warface&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Steven Siro Vai nasceu a 6 de Junho de 1960, em Nova York. Começou a tocar guitarra aos 13 anos, tendo como objectivo ‘tocar como Jimmy Page’. Aos 18 anos, em 1978, Steve Vai deixou Long Island e partiu para a Berklee School Of Music, em Boston onde gravou uma demo que enviou a Frank Zappa. A demo continha a gravação de um tema do próprio Zappa tocado duas vezes: uma no ‘tempo’ normal e outra a dobrar. Sabendo que não era fácil tocar aquilo, Zappa convidou Steve Vai a juntar-se á sua banda, tornando assim o mais jovem da equipa de Zappa.&lt;br /&gt;Em 1983 gravou o seu primeiro álbum a solo, Flexable’ e anos mais tarde, escreveu aquela que é considerada por muitos como a sua obra prima: Passion &amp;amp; Warface. Álbum completamente instrumental mostrava um Steve Vai no seu auge.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;a href="http://photos1.blogger.com/x/blogger/3591/3805/1600/210481/h19130jl30e[1].jpg"&gt;&lt;img style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; CURSOR: hand" alt="" src="http://photos1.blogger.com/x/blogger/3591/3805/320/525918/h19130jl30e%5B1%5D.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;Led Zeppelin- Led Zeppelin II&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O segundo álbum dos Led Zep é ainda mais forte e inspirado que o primeiro. É talvez com ele que nasce verdadeiramente o hard rock. O riff do blues ‘Whole Lotta Love’ é talvez aquele que mais sintetiza o termo ‘heavy’. Jimmy Page, mestre em fazer solos virtuosos, incorporou os Yarbirds junto com outros mestres bem conhecidos da galeria: Eric Clapton e Jeff Beck. Os Led Zep ainda se chamavam The New Yardbirds mudando assim de nome vindo de uma sugestão de Keith Moon. O rock nunca mais foi o mesmo. O primeiro álbum já era uma surpresa e então o segundo foi um choque. O som do conjunto, á base de riffs pesados e violentos , marca uma nova etapa no rock. Mas também á pérolas de pop em ‘What Is And What Should Never Be’ ou pérolas mais acusticas como em ‘Thank You’ e ‘Ramble On’. Blues rasgados em ‘The Lemon Song’ ou ‘Bring It On Home’ e tendo ainda um solo magistral de John Boham em Mody Dick. Incrivelmente diversificada, o LZ II é uma obra prima que pode passar por gerações sem passar despercebido.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;a href="http://photos1.blogger.com/x/blogger/3591/3805/1600/613636/g13081hxe89[1].jpg"&gt;&lt;img style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; CURSOR: hand" alt="" src="http://photos1.blogger.com/x/blogger/3591/3805/320/399036/g13081hxe89%5B1%5D.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;Jimi Hendrix- Are You Experienced?&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;James Marshall Hendrix, nascido a 27 de Novembro de 1942, em Seattle, dispensa de apresentações e descrições mais ou menos superficiais. Desde o inicio da sua fama que o nome Jimi Hendrix é tido como influencia para quem pretenda vir a ser guitarrista. Antes de passar pela sua banda, a Experience, Jimi Hendrix passou pelo BB King, Ike &amp; Tina Turner e Little Richard. Tecnicamente, inclusive nos equipamentos escolhidos , Hendrix mostrou-se sempre inovador e original, de forma a tocar, pois, canhoto, usava uma guitarra para destros invertida.&lt;br /&gt;Quando foi lançado este primeiro álbum da banda The Jimi Hendrix Experience fez o efeito de uma bomba no rock britânico, e depois mundial. Apesar de estar próximo de bandas trios como Cream, e de revolucionar o modo de tocar guitarra, Jimi Hendrix revolucionaria também uma nova maneira de escrever e de fazer soar uma canção. Temas enriquecidos como ‘Hey Joe’, ‘Purple Haze’ ou ‘Fire’ inspiram-se nos blues psicadélicos. Mas as faixas menos conhecidas são igualmente um ‘must’ e clássicas que perduram no mural dos clássicos do mundo do rock in roll. Jimi Hendrix inspirou-se no Eric Clapton e Eric Clapton inspirou-se no Jimi Hendrix dando assim ascensão aos dois maiores power-trios da década sessenta: Cream e The Jimi Hendrix Experience.&lt;br /&gt;Are You Experienced? É um clássico absolutamente obrigatório para quem queira aprender a tocar guitarra.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;a href="http://photos1.blogger.com/x/blogger/3591/3805/1600/528180/h02367r9k0d[1].jpg"&gt;&lt;img style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; CURSOR: hand" alt="" src="http://photos1.blogger.com/x/blogger/3591/3805/320/336736/h02367r9k0d%5B1%5D.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;Rory Gallagher- Irish Tour&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Este álbum ao vivo veio provar que Rory Gallagher era um extraordinário performer, um grande guitarrista com enorme feeling e energia inesgotável, mas também um cantor sedutor e um exímio compositor. Está aqui no seu melhor da sua forma e no apogeu&lt;br /&gt;da sua glória na Irlanda, a sua terra natal, perante o seu publico. Oferece um blues rock incandescente, recheado de sublimes excertos de guitarra, alternado entre temas originais (ainda melhores do que em versão estúdio) e covers bem seleccionadas como ‘I Wonder Who’ de Muddy Waters, ‘Too Much Alcohol’ de J.B. Hutto e um surpreendente ‘As The Crow Flies’ de Tony Joe White, em versão acústica.&lt;br /&gt;Um guitarrista impressionante, muito á vontade no palco, extremamente simpático e dono de uma musica verdadeiramente eufórica.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;a href="http://photos1.blogger.com/x/blogger/3591/3805/1600/434101/f80256rrz9b[1].jpg"&gt;&lt;img style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; CURSOR: hand" alt="" src="http://photos1.blogger.com/x/blogger/3591/3805/320/102150/f80256rrz9b%5B1%5D.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;Black Sabbath- Paranoid&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;Definitivamente o melhor dos originais da banda. Este segundo álbum, rebaptizado para beneficiar do sucesso do single) da banda tra-lhe glória graças á inclusão do sucesso ‘Paranoid’. Célebres também são o épico ‘Iron Man’ com um baixo arrasador, ‘War Pigs’, funk/metal, critica á Guerra do Vietnã , a sombria ‘Hands Of Doom’ que representa uma evolução face ao hard rock e a incrivelmente poderosa ‘Fairies Wear Boots’ blasfémias contra os skin-head ou seja um clássico que abalou as fundações do rock. Temos faixas curiosas como o ’Planet Caravan’ que não há explicação possivel para definir o estilo a dar á faixa e o psicadélico ‘Electric Funeral’ com efeitos de pedal. Ozzy Osborne pode não ser um grande intérprete mas é dono de uma voz única. O mais experiente da banda é Tommy Iommi, guitarrista da banda, que antes de formar os Black Sabbath, passou pelos Jethro Tull e foi influenciado pelo Jazz (dai Ozzy ás vezes se irritar com Tommy por causa dos longos solos e improvisos) de certa maneira Tommy Iommi é um dos melhores guitarristas á face da Terra.&lt;br /&gt;O material é indiscutivelmente pesado e sombrio, com canções sobre sobre a morte, pestilência, guerra, doenças e ocultismo, tudo isto na perfeição lírica.&lt;br /&gt;Depois deste os Black Sabbath ainda continuariam a tentar fazer melhor mas Paranoid é uma das maiores influencias do rock pela razão de diversificarem e de terem em mão algo novo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;a href="http://photos1.blogger.com/x/blogger/3591/3805/1600/92717/e65686qhctt[1].jpg"&gt;&lt;img style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; CURSOR: hand" alt="" src="http://photos1.blogger.com/x/blogger/3591/3805/320/69400/e65686qhctt%5B1%5D.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;UFO- Strangers In The Night&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Grande álbum ao vivo! Surpreendente e energético! Sem duvida que a década 70 recebeu grandes álbuns ao vivo em que transbordava energia e virtuosismo. Contemplar esta maravilha é ser transportado para as grandes arenas de rock que enchiam de plateias num ápice.&lt;br /&gt;A tudo isso deveu-se a um certo jovem chamado Michael Shenker, que era virtuoso em demasia e dono de um estilo único (guitarras distorcidas e etc) e foi com o mesmo que aconteceu o apogeu da banda. Na metade da década setenta toda a juventude que possuísse uma guitarra iam buscar influencias ao guitar heroe alemão e esse mesmo senhor influenciou também uma série de bandas até nos EUA como os Metallica, Megadeth e até mesmo os Smashing Pumpkins. Tocou nos Scorpions numa curta passagem e é irmão dum deles. Os seus solos soam tão épicos como espectaculares, dedilhando cada nota até arder. Basicamente é um álbum ao vivo sem pontos baixos e despejado de energia. ‘Lights Out’ e ‘Rock Bottom’ são a prova viva disso.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;a href="http://photos1.blogger.com/x/blogger/3591/3805/1600/151/d5725720i01[1].jpg"&gt;&lt;img style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; CURSOR: hand" alt="" src="http://photos1.blogger.com/x/blogger/3591/3805/320/513981/d5725720i01%5B1%5D.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;Deep Purple- In Rock&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Quarto álbum da banda, In Rock é o primeiro da formação conhecida pelo aplido Mark II (a formação da era de ouro da banda). Um dos álbuns fundadores do hard rock, contém originalmente sete temas arrasantes que possivelmente atiram as agulhas indicadoras para o vermelho. Depois do fiasco em território progressivo e orquestral a banda finalmente encontrou a sua fórmula para grande felicidade de Ritchie Blackmore, guitarrista da banda, demasiado talentoso e demasiado arrogante. O álbum abre com o histérico ‘Speed King’ e nunca mais se olha para trás. Temos também o épico e magistral ‘Child In Time’, uma faixa pseudo progressiva com Ian Gillian num dos melhores momentos com a sua voz magistral. Os musicos estão aqui no pico da sua forma, sobretudo Ritchie Blackmore, numa guitarra incandescente (uma stratocaster distorcida) e Gillian numa interpretação paroxística.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;a href="http://photos1.blogger.com/x/blogger/3591/3805/1600/780043/e24665ifq14[1].jpg"&gt;&lt;img style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; CURSOR: hand" alt="" src="http://photos1.blogger.com/x/blogger/3591/3805/320/681008/e24665ifq14%5B1%5D.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;Queen- A Night At The Opera&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Este álbum inclui obviamente ‘Bohemian Rhapsody’ a musica que propulsionou a banda para o topo das paradas. Este álbum inacreditavelmente variado contém pérolas únicas, músicos neuróticamente perfeccionistas, tiveram álbums de grande qualidade antes e depois mas nunca superaram-se frente ao ANATO. A razão do qual este álbum está aqui no tópico não é por a minha banda favorita ser os Queen mas sim pela maestria de Brian May o meu elemento predilecto. Dono de um estilo único (e guitarra também, Red Special) em estúdio Brian soava a musico tal como ele era e ao vivo soava simplesmente a Brian May. Death On Two Legs é impressionante pelos solos mortíferos e a capacidade de articular riffs meticulosamente árduos. Mas também á um daqueles temas que têm um sabor a hard rock seventies como no distorcido ‘Sweet Lady’ e no místico ‘’I’ m In Love With My Car’. Entram aqui instrumentos exóticos como o Ukelele no jazz ‘Good Company’ e vaudevilles como o docemente belo Seazide Rendevouz e o estranho ‘Lazing On A Sunday Afternoon’. Boh Rhap é daquelas faixas dificeis de esquecer e fácil de surpreender, de um prog rock aterrador, Freddie Mercury criou um monstro e nunca mais conseguiu superar. Brian May está nos seus melhores momentos, aliás todos os musicos o estão.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;a href="http://photos1.blogger.com/x/blogger/3591/3805/1600/760305/c88935yl1v7[1].jpg"&gt;&lt;img style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; CURSOR: hand" alt="" src="http://photos1.blogger.com/x/blogger/3591/3805/320/983517/c88935yl1v7%5B1%5D.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;Chuck Berry- His Best Volume I&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;Chuck Berry é talvez o artista que mais merece destaque no rock in roll. Influenciou uma afinidade de rockers como Keith Richards (The Rolling Stones), Angus Young (AC/DC), o próprio Elvis Presley, Grateful Dead, Bruce Springsteen e centenas de outros e os mesmo nunca cessaram de adoptar temas deste mestre inconfundível de criar grandes melodias que se tornaram clássicos com o passar do tempo. Esta sublime compilação oferece vinte dos seus maiores temas como a muito conhecida de então e a minha favorita Johnny B Goode, Maybellene, Carol, Sweet Little Sixteen, Rock In Roll Music entre tantos clássicos da usina do rock. Infelizmente artistas brancos como Elvis Presley (pela mesma razão de ser branco e bonito) aproveitaram de adaptar temas de Chuck Berry e ganharam fama á custa dele. Mas hoje reconhecemos que ele é o verdadeiro rei do rock e sem ele saber, o modo como tocava guitarra estava muito á frente.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;a href="http://photos1.blogger.com/x/blogger/3591/3805/1600/296509/d10892b99cw[1].jpg"&gt;&lt;img style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; CURSOR: hand" alt="" src="http://photos1.blogger.com/x/blogger/3591/3805/320/495225/d10892b99cw%5B1%5D.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;Aerosmith- Rocks&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O quarto álbum da banda, sucedendo ao excelente ‘Toys In The Attic’ já confirmava a banda como uma das melhores do género hard rock. Desde o primeiro tema, Back In The Saddle ao Lick And A Promise, passando pelo funky Last Child ou o stoniano Combination que os Aerosmith derrapam no seu estilo absoluto. Nobody’s Fault Steven Tyler vocifera magnificamente e Joe Perry encandeia riffs viciosos com um som de guitarra que influenciará inúmeros hard rockers.&lt;br /&gt;Para compor o equilibrio, os Aerosmith, fecham o álbum com a excelente balada Home Tonight. Se querem o melhor rock in roll americano aqui têm. Sem duvida revolucionário.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/34522588-116922993043078046?l=vanwilde.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://vanwilde.blogspot.com/feeds/116922993043078046/comments/default' title='Post Comments'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=34522588&amp;postID=116922993043078046' title='1 Comments'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/34522588/posts/default/116922993043078046'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/34522588/posts/default/116922993043078046'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://vanwilde.blogspot.com/2007/01/lbuns-que-influenciaram-guitarristas.html' title='Álbuns que influenciaram guitarristas'/><author><name>Sergio</name><uri>http://www.blogger.com/profile/08811021220411129152</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-34522588.post-116922818831012392</id><published>2007-01-19T09:33:00.000-08:00</published><updated>2007-01-19T09:36:28.336-08:00</updated><title type='text'>Double Vision</title><content type='html'>&lt;a href="http://photos1.blogger.com/x/blogger/3591/3805/1600/781648/f59566eesmb[1].jpg"&gt;&lt;img style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; CURSOR: hand" alt="" src="http://photos1.blogger.com/x/blogger/3591/3805/320/153278/f59566eesmb%5B1%5D.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Depois do estrondoso sucesso com o multi platinado ‘Foreigner’ a banda volta com a mesma garra e com um som pop/hard rock da fórmula ROA (rock orientado para álbum) e repete o mesmo sucesso consecutivo e não será o ultimo.&lt;br /&gt;O álbum abre com o hard rock Hot Blooded, que chegou a nº 3 na Billboard, uma faixa inesquecível com um ritmo implacável. Blue Morning, Blue Day segue a linha mais pop com um refrão suave e embalado que faz contentar as mentes mais pop, chegou a nº 15 na Billboard. You’re All I Am é uma balada calma e Lou Gramm encontra-se nos seus grandes momentos. Mick Jones encontra-se no auge com riff’s espectaculares como em Back Where You Belong com sintetizaores arrasantes de Ian Mcdonald, um blues/pop.&lt;br /&gt;Se gosta de funk/hard rock pode contentar-se com Love Has Taken Its Toll, é pena não ser lançado em single e tem mesmo a cara dos Deep Purple na fase Coverdale/Hughes.&lt;br /&gt;Double Vision, chegou a nº 2 na Billboard, composta depois de verem o guarda redes da equipa de hóquei New York Rangers, a ser derrubado nas finais da Taça Stanley, é uma faixa hard rock com o refrão pop e hipnotizante e o piano bem trabalhado. Tramontane é um instrumental bem experimental e evidencia raízes inspiradas pelo flamengo com uma marcha ténue entre o pop visceral e acústicas delirantes.&lt;br /&gt;I Have Waited So Long é talvez a melhor balada do álbum e não é para menos: Lou Gram canta bem como nunca se viu, uma voz bem enfática, está de parabéns. Lonely Children é um boogie poderoso e contagia mesmo pelo baixo/guitarra contornando entre a linha da velocidade sem limites. Spellbinder é um testemunho de lamentos e amor que segue a linha baladeira e roqueira e é sem duvida uma faixa digna de fechar este clássico. O material encontra-se mais diversificado do que pode imaginar. Os Foreigner são a segunda banda que mais vendeu internacionalmente a seguir aos Led Zeppelin e é pena que cá em Portugal a banda não tenha a mesma recepção porque eles são mesmo bons naquilo que fazem e há boas canções que agradariam ás rádios nacionais.&lt;br /&gt;Os Foreigner confirmaram-se sob o estatuto de uma das bandas mais bem sucedidas nas décadas 70 e 80 apesar de ainda não terem impacto significativo no outro lado do Atlântico. O trabalho conseguiu a 3ª posição na tabela de álbuns nos EUA, mas mal conseguiu entrar para o Top 40 no RU o que é pena pois os Foreigner eram um dos supergrupos mais promissoras da altura. Assinalou também a partida do baixista Ed Gagliardi, substituido pelo ex-membro dos Roxy Music, Rick Wills, um amigo de infância de David Gilmour, dos Pink Floyd. Um dos melhores álbuns da década 70 e se gosta de conduzir com musica então escolha este. &lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/34522588-116922818831012392?l=vanwilde.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://vanwilde.blogspot.com/feeds/116922818831012392/comments/default' title='Post Comments'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=34522588&amp;postID=116922818831012392' title='0 Comments'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/34522588/posts/default/116922818831012392'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/34522588/posts/default/116922818831012392'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://vanwilde.blogspot.com/2007/01/double-vision.html' title='Double Vision'/><author><name>Sergio</name><uri>http://www.blogger.com/profile/08811021220411129152</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-34522588.post-116811900938071718</id><published>2007-01-06T13:28:00.000-08:00</published><updated>2007-01-06T13:30:09.386-08:00</updated><title type='text'>Queen- A Kind Of Magic</title><content type='html'>&lt;a href="http://photos1.blogger.com/x/blogger/3591/3805/1600/542550/A_Kind_Of_Magic[1].jpg"&gt;&lt;img style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; CURSOR: hand" alt="" src="http://photos1.blogger.com/x/blogger/3591/3805/320/949820/A_Kind_Of_Magic%5B1%5D.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;p&gt; &lt;/p&gt;&lt;p&gt; &lt;/p&gt;&lt;p&gt; &lt;/p&gt;&lt;p&gt; &lt;/p&gt;&lt;p&gt; &lt;/p&gt;&lt;p&gt; &lt;/p&gt;&lt;p&gt; &lt;/p&gt;&lt;p&gt; &lt;/p&gt;&lt;p&gt;Apesar de os Queen já não fazerem sucesso em território americano e japonês ainda eram uma das bandas que vendia e emplacavam sucesso principalmente na Europa. Temos que reconhecer que talento e criatividade não lhes faltava. Após uma apresentação de 20 min no Live Aid, que para Freddie, só 20 min no Wembley não bastava depois da grande apresentação que fizeram. Eles queriam mais e assim a maior banda do mundo fez história. O décimo segundo álbum em estúdio era mais um sucesso regular depois do The Works. Singles de grande sucesso já estavam previsto. Digamos que A Kind Of Magic teve como função desempenhar mutuamente o papel de banda sonora do filme Highlander e ser mais um dos originais da banda. Como é (quase) habitual o álbum abre com o puro rock in roll One Vision com o intro excepcional tendo como Brian nas teclas. A letra tinha como objectivo homenagear Martin Luther King mas após várias alterações actualmente nenhum membro da banda faz ideia do que é que a letra fala realmente. Mas podemos interpretar como uma forma subjectiva do homem estar acolhido pela esperança. O solo de Brian á la Eddie Van Halen está excelente, afinal ele também é dono de grandes riffs á sua maneira e os refrães estão inspirados. Apesar da controvérsia ao redor da letra o primeiro single do álbum e o único da banda do ano 1985, conseguiu entrar para o top 10. confesso que continuo a preferir a versão single mas a versão extensiva talvez seja mais apta para abrir o álbum. Quanto ao video clip, a ideia da alusão ao Boh Rhap no inicio da canção está muito bem usada (ten years after) as imagens do vídeo mostram uma banda descontraída em estúdio. Claro que quem é fã da banda fala sempre de A Kind Of Magic, a adorável pérola pop que sistematizou os tops europeus por toda a Europa. Freddie alterou a musica por completo, suavizando, mais comercial e audível mas não faz mal, por que não deixa de ser um dos melhores singles da banda nos anos 80. sintetizadores e o baixo reconhecível de John Deacon são os pontos fortes na parte instrumental. A letra, uma das melhores de Roger Taylor, é claramente inspirada numa fala do argumento do filme Highlander e o vídeo clip foi realizado pelo próprio realizador do filme, Russel Mulcahy, que fez um óptimo trabalho com os efeitos especiais. O que mais surpreende por parte de Roger Taylor na década 80 foi a repentina capacidade em colaborar em excelentes singles (Radio Ga Ga, Heaven For Everyone, These Are The Days Of Our Lives), se tivesse composto mais canções na década anterior talvez Roger aguçasse os seus sentidos para o formato single antes. One Year Of Love é mesmo a cara de John Deacon. Uma das melhores composições de John Deacon na minha opinião. Como sempre esse senhor caladinho surprende na tentativa de criar grandes melodias. Uma balada de formato pop, entrou para o filme e bem merecia. Tem como convidados Lynton Naiff (nas cordas) e Steve Gregory (no saxofone), o ultimo consegue fazer um magnifico solo, dando mais melancolia á faixa, de facto este senhor saxofonista surpreendeu-me, sem ele o conteúdo musical desta canção seria vazio. Pain Is So Close To The Pleasure soa um pouco á sonoridade do Hot Space, mais do género Staying Power, pop dançante está bem ao estilo Mercury/Deacon, o que me impressionou de facto para além do magnifico mini solo de Brian é as vocais completamente agudas de Freddie. Friends Will Be Friends , trigéssimo single da banda ao todo, era uma tentativa de fazer um ‘big hit’ na terra natal mas falhou. Fez ligeiramente sucesso, mas não escapou ao desconhecido. Ao vivo FWBF demonstra virilidade e destreza para fazer o publico encher os pulmões e cantar o pesado refrão. Mas é pena que não tenha recebido assim tanta atenção, ainda que cá em Portugal passe nas rádios, mas não muito. A versão áudio do video clip é muito mais superior que aqui pela mesma razão de o publico cantar juntamente com a banda. Who Wants To Live Forever, mais uma vez inspirado no filme, é daquelas que nunca se esquece e tem um convidado muito especial, Michael Kamen (quem é que não o conhece pelas grandes melodias de Everything You Do (I Do It For You ) de Bryan Adams e Nothing Else Matters ou o S&amp;amp;M dos Metallica?) compositor, maestro e arranjador tornou-se um dos grandes músicos para bandas sonoras de filmes Hollywood. Morreu no dia 18 de Novembro de 2003 devido a uma complicação cardíaca. Michael Kamen juntamente com Brian e a Orquestra nacional filarmónica fizeram um óptimo trabalho nesta maravilhosa balada que captou um pouco do barroco e uma melodia única. O refrão final é que deixa muito a desejar, dá a noção de que ainda há algo a completar no final, deveriam ter cantado o refrão final mais uma vez. Destaque para o solo de Brian. Gimme The Prize, energética e pesada (ao estilo hard rock) é mais uma vez inspirada no filme (...here i am, i’m the master of your destinity...) parece que Brian deixou-se levar pela mitologia viking. Inspira numa certa personagem violenta, tal como a letra, o vilão da história Kurgan. A letra é uma das minhas favoritas, e podemos deparar com algumas partes do filme como o rugir das espadas em pleno combate ou Kurgan a argumentar e no final a explosão das janelas depois da decapitação habitual. John e Freddie detestaram a canção que quase ia ser excluída no reportório, ainda bem que Brian mudou de ideias porque a faixa é fantástica e uma das poucas agressivas já que o álbum é 80% pop. Don’t Lose Your Head apresenta algumas semelhanças,mas não muitas, com Pain Is Close To Pleasure no estilo musical. Don’t Lose Your Head, tal como é sugerido no filme em várias cenas, há um verso que Freddie interpreta como uma forma de gozar com John Deacon depois daquele pequeno incidente que todos nós conhecemos (...Don’t drink and drive my car...), a letra é de Roger Taylor, exageros de sintetizadores e da drum machine estão bem presentes, muito pop á parte é uma melodia agradável de ouvir. Por ultimo é aquela que considero a melhor no álbum: Princes Of The Universe. Temos que admitir que é a melhor canção do álbum. Um pouco ao estilo de hard rock/metal graças ao solo pesadamente agressivo de Brian (riff composto por Freddie) o refrão soa como se deparássemos com uma batalha entre imortais e mortais e a sobrevivência do mais forte. Confesso que não parece nada do Freddie, mas é uma das poucas faixas bem roqueiras que Freddie compôs já que o seu género é baladas e pop. Princes Of The Universe é uma canção especial para mim porque abriu portas ao mundo dos Queen. Já a tinha ouvida antes graças á série ‘Os Imortais’ mas ainda nem sabia quem é que raio eram os Queen. Agradeço a um antigo colega meu pelo conhecimento da banda que tenho hoje. Se fosse a versão vinil o review já estaria por aqui mas ainda há outra pérola escondida. A lindíssima instrumental, Forever, obra prima de Brian que deveria fechar verdadeiramente o álbum na versão vinil mas infelizmente não o fez mas fomos recompensados com a versão CD e ainda bem. Só era escusado terem adicionado as versões ‘extra magical ingredients’. Depois do lançamento de AKOM a banda entraria na monstruosa e bem sucedidam, mas a ultima para nossa infelicidade, turné pela Europa. Estádios cheios, hinos do rock em plenos pulmões e um Freddie energético subversivo e original. Multidões era algo que não faltava nos estádios e sem darem por isso era o ultimo reinado da rainha! Temos que reconhecer que aqui só pode haver um! No mesmo ano foi lançado ainda um álbum ao vivo, Live Magic, o pior registo oficial da banda, curto demais para um álbum ao vivo e péssima remastirização, mas não faz mal, em 1992 receberíamos o fenomenal Live At The Wembley como recompensa. This is really a kind of magic! ps: era uma boa ideia se estivesse incluido no reportório a Hammer To Fall (single version) para dar um toque maior ao álbum e por fazer parte da banda sonora do filme, eu sei que seria algo repetitivo mas dá-me a impressão que ficava bem. &lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/34522588-116811900938071718?l=vanwilde.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://vanwilde.blogspot.com/feeds/116811900938071718/comments/default' title='Post Comments'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=34522588&amp;postID=116811900938071718' title='0 Comments'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/34522588/posts/default/116811900938071718'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/34522588/posts/default/116811900938071718'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://vanwilde.blogspot.com/2007/01/queen-kind-of-magic.html' title='Queen- A Kind Of Magic'/><author><name>Sergio</name><uri>http://www.blogger.com/profile/08811021220411129152</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-34522588.post-116811877582775725</id><published>2007-01-06T13:25:00.000-08:00</published><updated>2007-01-06T13:26:15.830-08:00</updated><title type='text'>Queen- A Night At The Opera</title><content type='html'>&lt;a href="http://photos1.blogger.com/x/blogger/3591/3805/1600/246664/anato1[1].jpg"&gt;&lt;img style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; CURSOR: hand" alt="" src="http://photos1.blogger.com/x/blogger/3591/3805/320/639007/anato1%5B1%5D.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O que dizer acerca desta obra prima senão um clássico e que buscou toda a essência da perfeição. Há diversos ingredientes para saborear, se voce for um daqueles que gosta de um pouco de cada estilo esse é o álbum certo. Na minha opinião o melhor álbum que a banda já produziu em estúdio. O álbum abre com o quase hard rock Death On Two Legs (Dedicated To...., letra agressiva (cheio de escárnio por assim dizer) que chocou a banda, mas a raiva era tanta que Freddie tinha que descarregá-la em algum lado. É uma linda homenagem a Norman Sheffield, ex- empresário da banda. Um intro bem feito com Freddie no piano, nessa questão parece ser um sintetizador, mas como se sabe Freddie era mestre naquilo que fazia e também devemos ter em atenção aos lindos solos de Brian, de facto ele está mesmo inspirado. Lazing On A Sunday Afternoon em estilo vaudeville dá-nos a sensação de estarmos nos anos 20 em Paris. Eu nem vou dar- me ao trabalho de explicar como é que Freddie gravou a sua voz (todas elas são dele) mas foi bem conseguido o efeito de megafone. Mais uma vez Brian brilha fazendo a sua parte no ultimo minuto. Confesso que me deu vontade de rir na primeira vez que a ouvi, está engraçada. Roger queria que I’m In Love With My Car fosse b-side de Bohemian Rhapsody e assim conseguiu apesar de algumas oposições. Puro hard rock mesmo ao estilo de Roger Taylor (quando mostrou a demo ao Brian ele pensou que Roger estava a brincar) é dedicada ao devoto pelo seu carro, John Harris (roadie da banda). O som do escape é do carro de Roger, o Alfa Romeo. Uma das melhores do álbum na minha opinião e devo dizer que era já uma entrada para o hard rock moderno visto que não se ouvia nada assim nos anos 70, estarei a exagerar? You’re My Best Friend, composta e dedicada á mulher de John Deacon, é facto que John sempre foi um predilecto em melodias pop e acessíveis e foi o seu primeiro single e sucesso a ser lançado portanto o mérito vai para ele. De pop perfeito e melodioso, foi composto enquanto John aprendia piano e foi um sucesso imediato (top 10 RU e top 20 EUA). O piano que se ouve é um piano eléctrico Wurlitzer e por curiosidade: Freddie detestava o som do instrumento, como se sabe ele era adepto do piano clássico e aparece em imensas bandas sonoras de séries e filmes americanos e foi uma das mais passadas nas rádios americanas. Se gosta de Buffalo Springfield ou Joan Bez , grandes nomes do folk então de certeza que não vai deixar de lado a lindíssima ’39. A letra fala sobre um grupo de exploradores que pensam que passaram um ano enquanto que passou 100 anos e agora os seus conhecidos estão mortos. Normalmente nas letras da área do folk é sobre viajentes normais mas Brian optou por ficção cientifica (algo em voga na juventude no tempo de Brian) e como sempre consegue surpreender também pela forma exímia como Brian toca acústica e as vocais no refrão bem conseguidas de Roger, Freddie e Brian. É uma pérola que brilha e nunca se deixa desviar o olhar nela. Sweet Lady segue o ritmo blues/hard rock com o amplificador ao máximo, canção lenta e pesada não deve passar despercebida. Já li muitos comentários de como os fãs não gostam lá muito mas eu sou ao contrário. Os que os Whitesnake irão fazer no inicio da sua carreira já os Queen tinham começado, pode parecer um pouco estranho mas se formos a ver a letra composta por Brian e a musica parece seguir esse caminho. Os riffs e o solo no ultimo minuto da Red Special faz delicia aos amantes do rock pesado. O melhor vaudeville está em Seaside Rendezvous. Composta por Freddie, parece ter rendido uma certa diversão para Roger e Freddie imitando uma orquestra (flautas e trompetas), efeitos marados e instrumentos orquestrais. Honky-tonk e piano por Freddie. Dá até um certo clima jazz. The Prophet’s Song é uma peça valiosa do rock progressivo. Baseado num sonho de Brian e composta por ele mesmo deu também muita dor de cabeça para o próprio criador da faixa. 8 minutos entre as trevas e a luz, com arranjos pomposos, vocais exageradas, climas instrumentais perfeitos deu a esta faixa elegância e virtuosidade. Uso da máquina ecos está bem utilizado e um lindo intro com um solo de Toy Koto. Love Of My Life é uma das baladas mais conhecidas da banda (nº1 em alguns países na América latina com Love Of My Life’79) e foi coverizada por inúmeras bandas e entre elas contam-se Extreme, Scorpions e etc... Brian teve que aprender a tocar harpa para esta faixa e Freddie como sempre está excepcional no piano e Brian usa um Gibson Hummingbird, confesso que não sou grande fã desta balada mas Freddie canta como um Deus, está divinal e sobre a letra talvez seja sobre o seu eterno amor, vocês sabem a quem me refiro. Good Company , puro Jazz, é uma maravilha no que toca ao som e voz. Brian toca Ukelele (do pai de Brian) e o solo da Red Special está magnifico, acreditem, faz com cada efeito. A letra é uma pequena parte da sua biografia, ou seja a letra segue uma narrativa contada na 1ª pessoa por Brian. O estilo musical é uma suposta homenagem á banda de jazz de Dixieland (o nome da banda não me lembro). Senhoras e senhores abram alas para Bohemian Rhapsody (9 semanas nº 1 no RU), obra prima definitiva de Freddie! Coro, Pop, Balada, Ópera e Hard Rock tudo isso em 5 minutos num ambiente único e caracteristico dos Queen. Foi com este single que propulsou a banda para a fama. Premiado várias vezes, primeira promoçao com um verdadeiro video clip e a chatice de que a editora não concordava com o lançamento de um single que tivesse mais de três minutos (até o próprio autor tinha duvidas quanto a essa questão) ou seja temos que agradecer o sucesso ao Dj Kenny Everett. destreza musical está bem presente em todos os membros da banda. O álbum acaba com God Save The Queen (Freddie queria que chamasse And Baby Will Fall), um instrumental apesar de simples assume um clima mágico (é preciso dizer que é graças á Red Sepecial?) e provém das secções de Queen II mas só foi adiante com este álbum. Brian também toca piano e é provavelmente uma das melhores instrumentais da banda e digno de fechar este clássico e todos os concertos até aos dias de hoje que deu imaginação e apreciação aos ouvintes fiéis. Vale mesmo a pena descobrir este álbum para quem ainda não ouviu porque nos dias de hoje musica como esta não há. Aconselho não a remaster 1993 mas sim a 30th Anniversary Collector com uma remasterização muito superior.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/34522588-116811877582775725?l=vanwilde.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://vanwilde.blogspot.com/feeds/116811877582775725/comments/default' title='Post Comments'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=34522588&amp;postID=116811877582775725' title='0 Comments'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/34522588/posts/default/116811877582775725'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/34522588/posts/default/116811877582775725'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://vanwilde.blogspot.com/2007/01/queen-night-at-opera.html' title='Queen- A Night At The Opera'/><author><name>Sergio</name><uri>http://www.blogger.com/profile/08811021220411129152</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-34522588.post-116811861402696993</id><published>2007-01-06T13:20:00.000-08:00</published><updated>2007-01-06T13:23:34.046-08:00</updated><title type='text'>Queen- The Miracle</title><content type='html'>&lt;a href="http://photos1.blogger.com/x/blogger/3591/3805/1600/567411/Queen_The_Miracle[1].jpg"&gt;&lt;img style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; CURSOR: hand" alt="" src="http://photos1.blogger.com/x/blogger/3591/3805/320/716009/Queen_The_Miracle%5B1%5D.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os Queen mudaram radicalmente de sonoridade com a dupla David Richards/Queen na produção e como sempre souberam preservar altos momentos. Apesar de a espera ser longa (3 anos) valeu bem a pena com a volta de um novo álbum: The Miracle. “Uma banda mais unida” como Brian May disse e bem. O perfeccionismo está bem presente e o mundo mais uma vez está preparado para a maior banda do mundo e o resto que se lixe. O álbum abre com o funk/pop Party em que o ouvinte pode relaxar e ouvir a grande batida e defrontamos com o lindo solo de Brian. Party ocorreu durante uma jam em que como se não houvesse mais nada para fazer Freddie começa a tocar piano e canta os seguintes versos: “we had a good night” o resto da banda seguiu o ritmo e assim ficou completa a dançante Party. Khashoggi's Ship é um suposto relato sobre o milionário Khashoggi escrito por Freddie Mercury com uma mistura típica do seu humor. Hard rock puro e directo sem restrições e interliga-se um pouco com a primeira faixa. Os Queen sempre souberam fazer épicos não só nos anos 70 como nos anos 80 com Radio Ga Ga, Who Wants To Live Forever e afins. A The Miracle está nesta lista contribuindo para um perfeito épico e majestoso que requer um ouvido bem aberto a tantos pormenores pelo que passou. Sintetizador Korg- M1, piano (oiçam a beleza que Freddie transmitiu), um baixo espectacular , solos de Brian e um Roger atento faz desta faixa uma das mais complexas e perfeitas das faixas épicas da banda. É só agradecer a Freddie pelo seu génio e escrita que fomentou a esperança do homem. O fim é pesado e traz um baixo aniquilador e um video com os Queen juniors. “I want it All and I want it now!!!!”- frase de Anita Dobson que inspirou Brian a compor a roqueira I Want It All a minha favorita do álbum. Originalmente de 1987, Brian May arrasa com riffs poderosos e refrães poderosos (May/Mercury) , Freddie toca Keyboards, Roger Taylor pela primeira vez usa o Bumbo. Se pensa que os Queen já não conseguiam compor nada pesado nos anos 80 bem pode estar enganado. Por curiosidade foi usada na propaganda de Anti- Apartheid. Confesso que prefiro a versão single mas a versão álbum também merece elogios. The Invisible Man traz um dos melhores videoclips de sempre. Curiosamente está dividida em quatro partes: Freddie Mercury, John Deacon, Brian May e por ultimo Roger taylor, cada um fazendo o seu trabalho. Roger, após ler o livro com o mesmo nome, escreveu a letra toda na mesma situação em que Freddie escreveu Crazy Little Thing Called Love, percebeu? Nada mais do que saborear um pop rock perfeito. Breakthru é simplesmente incontrastável pelo ritmo perfeito numa combinação fatal entre o pop e o rock pesado. Primeira parte escrita por Freddie (A New Life Is Born) e a segunda parte foi escrita por Roger (Breakthru). Vale atentar pelo lindo solo de John Deacon no tempo 02:59. Rain Must Fall é uma balada pop muito ao ritmo da praia (assim me parece) ao ritmo latino na percussão. Mais uma colaboração de Deacon/Freddie trouxe uma nova sonoridade mas ao mesmo tempo o típico som que John e Freddie faziam. Para por as coisas ainda melhores Brian tem o seu espacinho com solos vibrantes da Red Special. A mensagem na letra? É simples: não se preocupe com pequenas coisas. The Scandal bem poderia ser um êxito se assim acontecesse mas é pena que tal não aconteceu. Com o divórcio de Brian e a desconfiança dos media de que algo de mal estava acontecer a Freddie obviamente os media queriam mais para tal mexerico. Dai que Brian compor esta faixa. Sintetizador do baixo de David Richards, e um solo formidável de Brian e também um dos melhores momentos de Freddie na voz traz este clássico absoluto que merecia mais nos tops. My Baby Does Me é uma faixa até engraçada, com um ritmo «cool» e reflectivo. Pop perfeito com a harmonia que nos faz pensar sob o luar e posso dizer que apesar de ser uma faixa simples tem arranjos maravilhosos. A ultima? A ultima que se segue é um vulcão em erupção e ninguém consegue pará-lo.Was It All Worth It tem um ritmo similar a The Show Must Go On (não muito) e é um hard rock puro e épico de 5 e 45 minutos de loucura e voltas em espiral. Escrito pela banda, como se estivessem a lixar para o resto, Freddie compôs o riff da guitarra e usa-se o sintetizador Korg M1 no tempo de 04:01 (parece uma orquestra ao vivo), um bom trabalho que dá ainda mais textura á canção. A letra situa-se no cómico e ao mesmo tempo irónico, uma pequena biografia da banda como se eles estivessem a cantar que nem bêbados. Valia a pena ser lançado em single. Uma das melhores do álbum. Não vou falar sobre mais nada para não estragar a estética do álbum porque apesar de serem só 10 faixas, a banda trouxe o perfeccionismo que tentavam procurar desde o inicio, nenhuma é detestável ao ponto de saltarmos de faixa e as demos que aconteceram durante a secção de The Miracle não podiam, nem devem ser lançados como extras para não estragar o perfeccionismo que a banda trouxe. É por isso que não vale só os singles. Com uma capa excelente e inovadora, uma banda fresca e actual e a volta aos tops a banda realmente fez um milagre aqui. Três semanas antes do lançamento o álbum intitulara-se The Invisible Man mas a banda concordou com Roger Taylor que seria The Miracle, e porque não “The Invisible Band”?&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/34522588-116811861402696993?l=vanwilde.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://vanwilde.blogspot.com/feeds/116811861402696993/comments/default' title='Post Comments'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=34522588&amp;postID=116811861402696993' title='0 Comments'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/34522588/posts/default/116811861402696993'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/34522588/posts/default/116811861402696993'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://vanwilde.blogspot.com/2007/01/queen-miracle.html' title='Queen- The Miracle'/><author><name>Sergio</name><uri>http://www.blogger.com/profile/08811021220411129152</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-34522588.post-116447644164783818</id><published>2006-11-25T09:30:00.000-08:00</published><updated>2006-11-25T09:51:59.226-08:00</updated><title type='text'>Vida Longa para Freddie Mercury</title><content type='html'>&lt;a href="http://photos1.blogger.com/x/blogger/3591/3805/1600/895134/Untitled-1.jpg"&gt;&lt;img style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; CURSOR: hand; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://photos1.blogger.com/x/blogger/3591/3805/320/800507/Untitled-1.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;Foi no dia 25 de Novembro de 1991 que Freddie pereceu. Um dia trieste para os fiéis fãs, familia e amigos de Feddie. Mas o seu espirito e legado permaneceu e anda permanece aqui inalterado ganhando cada vez mais fãs por todo o mundo.&lt;br /&gt;Nos dias de hoje é raro encontrar génios como Freddie. Ele podia dominar uma multidão no tamanho do mundo inteiro que para ele não era nada, a sua voz era a magia divinal que se ouvia numa tempestade tempestuosa e o seu brilho cintilava mais que o próprio sol. Génio? Deus? Louco? Não, só um homem sincero e original que conseguia elevar-se sempre ao máximo....&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/34522588-116447644164783818?l=vanwilde.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://vanwilde.blogspot.com/feeds/116447644164783818/comments/default' title='Post Comments'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=34522588&amp;postID=116447644164783818' title='0 Comments'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/34522588/posts/default/116447644164783818'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/34522588/posts/default/116447644164783818'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://vanwilde.blogspot.com/2006/11/vida-longa-para-freddie-mercury.html' title='Vida Longa para Freddie Mercury'/><author><name>Sergio</name><uri>http://www.blogger.com/profile/08811021220411129152</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-34522588.post-116411978786760461</id><published>2006-11-21T06:35:00.000-08:00</published><updated>2006-11-21T06:36:27.883-08:00</updated><title type='text'>Queen- The Game</title><content type='html'>The Game foi o único álbum da banda a alcançar o numero um tanto no Reino Unido como nos EUA. Lançado no dia 30 de Julho é um best-seller nos EUA onde vendeu mais de 4 milhões de cópias, nada mal, hem? Os Queen continuam a manter a sua ética quanto ao formato (sempre a diversificar) mas a novidade está na estreia dos sintetizadores e a banda apresenta um som mais actual mas isso não irá prejudicar a sua qualidade muito pelo contrário: a banda está no apogeu da sua criatividade como sempre e preparada para enfrentar o mundo. Outra mudança está no novo visual da banda o que fez agradar ás criticas (idiotas como sempre) e o Freddie estreou em 1980 com o seu mais conhecido e radical visual, Freddie não era só um musico meus caros, era um génio! A banda chamaria (ás pressas) um desconhecido produtor que acabara de trabalhar no novo álbum em estúdio do Gary Moore, Mack que trouxe uma nova identidade á banda.&lt;br /&gt;O álbum abre com o lindo intro de &lt;span style="FONT-WEIGHT: bold"&gt;Play The Game&lt;/span&gt;. A canção foi escrita por Freddie, letra que é uma alusão á sua vida romântica, Freddie canta magnificamente em falsete em alguns momentos, a voz já se mostrava um pouco alterada (começava a fumar) não para pior mas sim para melhor. Uma das melhores canções de pop da banda. Se gosta de funk/rock temos o furioso &lt;span style="FONT-WEIGHT: bold"&gt;Dragon Attack &lt;/span&gt;pronto a servir. Contagiante e uma das melhores do álbum Brian acrescenta mais solos magistrais á sua galeria, Roger bate em tom funk melhor do que ninguém e oiça os pratos a vociferarem, sem duvida que Roger está inspirado, Freddie parece um rapper (a sua vocal soa algo similar a We Will Rock You), John Deacon dispensa de apresentações, ele é o mestre daquiulo que sabe fazer melhor. Entramos em refrão momento ‘cappella’ no exacto tempo de 02:43, Dragon Attack merecia ser single.&lt;br /&gt;&lt;span style="FONT-WEIGHT: bold"&gt;Another One Bites The Dust&lt;/span&gt;, clássico de John Deacon, foi o segundo e o ultimo a chegar a nº 1 nos EUA (quatro semanas). Canção obrigatória para qualquer concerto ou compilação por onde quer que passe, é uma novidade entre os fãs pelo novo som. É engraçado que até tem um pouco de influencias da canção Fun It. O momento alto da canção é o baixo com o qual John maneja. Uma canção difícil de desprezar pelo ritmo dançante e com ambiente sonoro cabalístico, efeitos estranhos que não são de sintetizadores como a maioria pensa, mas é simplesmente Brian a fazer mais uma das suas com a Red Special sobre o aparelho ‘Eventide’ e piano, uma ideia até muito bem aproveitada. Ironicamente foi Michael Jackson quem sugeriu que Another One Bites The Dust deveria ser lançado embora que a banda não estava lá muito convencida que aquilo iria fazer sucesso, mas fez! Esteve nas tabelas da Billboard rock, dance e R&amp;amp;B em simultâneo. Por curiosidade, a guitarra rítmica foi gravada por John Deacon.&lt;br /&gt;&lt;span style="FONT-WEIGHT: bold"&gt;Need Your Loving Tonight &lt;/span&gt;mais uma vez da autoria de John Deacon, guiada por uma melodia agradável, pop rock á la Beatles (pelo menos na letra) sem sintetizadores, muito bem aproveitada é uma das minhas favoritas. &lt;span style="FONT-WEIGHT: bold"&gt;Crazy Little Thing Called Love&lt;/span&gt;, primeiro single a atingir nº 1 nos EUA, inspirado no rock tipicamente fiveties, á moda de Elvis Presley, é uma canção divertida. Freddie compôs durante o seu banho e foi gravado no estúdio (a fora de horas) durante umas bebedeiras entre Freddie, John e Roger. Brian gostou do que ouviu e depois acrescentou um solo não da de sempre Red Special mas sim numa Fender Telecaster (e ainda bem! Ficou ainda melhor). Freddie toca guitarra acústica (uma Martin D18). A minha favorita do álbum e uma das melhore de Freddie. Fartamente passada nas rádios até aos dias de hoje em todo o mundo.&lt;br /&gt;&lt;span style="FONT-WEIGHT: bold"&gt;Rock It [Prime Jive]&lt;/span&gt; ao estilo de Roger é uma peça de hard rock. Uma faixa que não foi fácil na questão de ‘devemos ou não meter no álbum’. Mack e Brian May sugeriram que a canção deveria ser cantada por Freddie e Deacon preferiu que fosse só Roger a cantar, após tantas tentativas Freddie canta só o intro (e que intro!) e passando de seguida para o arranque no seu elo mais pesado. Solo de guitarra magnificamente ilustrado nas nossas audições. O baixo está grandioso no intro. Sintetizador tocado por Mack, teclas por Freddie e o baixo é tocado por Roger. Devo confessar que na voz de Freddie ficava melhor não só o intro mas o resto.&lt;br /&gt;&lt;span style="FONT-WEIGHT: bold"&gt;Don’t Try Suicide&lt;/span&gt; talvez seja a canção mais estranha (para mim) que Freddie escreveu. Som fresco, proveniente do new wave, com um peso mais rock em certas situações e um baixo fenomenal. Pode ouvir-se piano em algumas partes e estranhamente não há sintetizadores. O riff inicial da guitarra faz-me lembrar um pouco o riff de Walkin’ In The Moon (The Police). Letra optimista, Freddie avisa que o suicidio não é solução uma canção completamente diferente do que nós os fãs estamos habituados a ouvir.&lt;br /&gt;&lt;span style="FONT-WEIGHT: bold"&gt;Sail Away Sweet Sister&lt;/span&gt; é uma balada comovente da autoria de Brian May, interpretado por ele próprio no ultimo refrão entra Freddie em dueto com Brian no coro de vozes. Uma canção doce que se adaptava de imediato á rádios. Estranhamente, pode ser uma alusão a uma irmã que Brian desejava ter, visto que Brian era filho único.&lt;br /&gt;Freddie Mercury e Roger Taylor cantam em dueto na &lt;span style="FONT-WEIGHT: bold"&gt;Coming Soon&lt;/span&gt;. Na guitarra está Roger, é uma faixa simples e directa com um pouco de influencias do new wave/punk mas ao sabor da banda, uma das mais pesadas do álbum. O álbum encerra com &lt;span style="FONT-WEIGHT: bold"&gt;Save Me&lt;/span&gt;. Considerado pelos fãs uma das melhores baladas da banda e há razão para pensar nisso. Brian May toca órgão, piano, sintetizadores, guitarra eléctrica e acústica (de doze cordas) criando assim uma melodia única e um pouco melancólica. Há quem diga que Brian inspirou-se acerca do fim da relação de Feddie com Mary ou que trata-se de um amigo seu, desconhecido do publico. Enfim, Save Me é sem duvida a minha balada predilecta de sempre do álbum e uma obra prima que merecia ser um êxito colossal (estou a exagerar, não?)&lt;br /&gt;Em processo de trabalho de estúdio o álbum intitulava-se Play The Game mas foi mudado para The Game e na minha opinião é um dos 5 álbums mais consistentes de sempre na produção. The Game foi o primeiro a contar com video clips de alta qualidade (efeitos especiais e videos mais complexos).&lt;br /&gt;Senhores e senhoras este foi o álbum que definitivamente fez dos Queen super estrelas fora da Europa e ai começou a corrida aos estádios. Se A Night At The Opera ou News Of The World foram o pontapé de saida para a fama mundial este glorificou o nome tal como devia ser. Devemos aceitar que o trono pertence á maior banda do mundo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;The Game&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;1. Play the Game*&lt;br /&gt;2. Dragon Attack*&lt;br /&gt;3. Another One Bites the Dust *&lt;br /&gt;4. Need Your Loving Tonight *&lt;br /&gt;5. Crazy Little Thing Called Love&lt;br /&gt;6. Rock It (Prime Jive) *&lt;br /&gt;7. Don't Try Suicide *&lt;br /&gt;8. Sail Away Sweet Sister #&lt;br /&gt;9. Coming Soon #&lt;br /&gt;10. Save Me #&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;#1979&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;*1980&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/34522588-116411978786760461?l=vanwilde.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://vanwilde.blogspot.com/feeds/116411978786760461/comments/default' title='Post Comments'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=34522588&amp;postID=116411978786760461' title='0 Comments'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/34522588/posts/default/116411978786760461'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/34522588/posts/default/116411978786760461'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://vanwilde.blogspot.com/2006/11/queen-game.html' title='Queen- The Game'/><author><name>Sergio</name><uri>http://www.blogger.com/profile/08811021220411129152</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-34522588.post-116102384708388356</id><published>2006-10-16T11:31:00.000-07:00</published><updated>2006-10-16T11:37:27.106-07:00</updated><title type='text'>Queen- Queen</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;a href="http://photos1.blogger.com/blogger/3591/3805/1600/200px-Queen_Queen[1].jpg"&gt;&lt;img style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; CURSOR: hand" alt="" src="http://photos1.blogger.com/blogger/3591/3805/320/200px-Queen_Queen%5B1%5D.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;Os Queen já tinham arrecadado uma boa quota de fãs e já tinham composto mais do que o suficiente para estruturação de um álbum. Um dos pontos negativos defronte a fase inicial da banda foi a pouca atenção que receberam por parte da editora Elecktra Records. A banda apesar de apresentar um visual glam rock e ao mesmo tempo ultrapassado mas magnificamente majestosos enquanto que, curiosamente, a sonoridade da banda não tinha parecença com o glam rock. Verdadeiros discípulos dos The Beatles (ultimos trabalhos), Jimi Hendrix e Led Zeppelin os Queen afirmaram-se sob o berço da cena hard rock mas já com uma estética experimental que seguiria nos futuros projectos. Para um primeiro álbum os Queen até saíram bem. Consistente e sólido o Queen já definia a sonoridade da banda que iria percorrer loucamente até ao A Day At The Races. Era o culminar de arranjos pomposos, excessivamente produzidos e multi-instrumentais e claro a famosa frase da banda ‘No Synth’. O processo do álbum não foi de um momento para o outro nem foi um percurso fácil. Demorou dois anos para o álbum ser completo. Decorreu de forma a tempos quando o estúdio estava inutilizado e a banda aproveitava estas horas vagas. O álbum (já clássico) abre com Keep Yourself Alive, uma canção de suporte bem comercial, com intenção das rádios rock fm mas que suga inspirações dos Led Zeppelin, só que o que torna este single único é pelo fenomenal riff de Brian, o refrão pesadamente forte e a letra semi-progressiva onde Brian e Roger ainda têm direito a cantar umas linhas. O que estava para ser um sucesso virou um fracasso na hora de ponta, é pena porque gosto dela. A seguir entramos com o psicadélico/balada/rock Doin’ All Right, só para saciar a curiosidade, Brian toca piano em algumas partes da faixa. Devo dizer que até é uma faixa interessante, tem um segmento e alterações rítmicas onde Freddie alterna as suas vocais entre o absurdamente agudo e o verdadeiramente normal. Mas o maior prazer de ouvir esta semi balada está nos solos inflamáveis de Brian. Uma das composições da época dos Smile. A seguir podemos dizer que vem ai um terremoto com The Great King Rat. É daquelas faixas que mais me dá prazer de ouvir, puro hard rock, letras cadenciadas pela raiva e suor, uma daquelas composições que adaptava bem ao vivo e que qualquer banda de metal podia coverizá-la e nem imaginam a minha surpresa quando a ouvi pela primeira vez...’aquilo é Queen?!`...o momento alto é Roger Taylor na percussão, a energia ali foi bem despejada. My Fairy King é daquelas baladas que segue a linha pop e pode ser do agrado aos nossos ouvidos. Considero como ponto alto as vocais belíssimas de Freddie como se ele quisesse desobstruir o ambiente dramático e criar algo teatral, John Deacon (ou devo dizer Deacon John?) toca um lindo solo de baixo e claro que no piano não podia ser mais ninguém senão Freddie. Exageros de overdubs e harmonias estão bem patentes aqui, uma balada épica e uma linda dedicação á mãe de Freddie Mercury. Liar é simplesmente admiravelmente glamoroso! Segue uma linha progressiva e pesada, mas já se adivinhava o que iria acontecer no futuro. Liar pode ser considerado o pai das faixas mais progressivas (ou épicas) que a banda começaria a produzir lá para a frente. Repare-se como exemplos The March Of The Black Queen, Bohemian Rhapsody ou Prophet’s Song. Liar é conduzida á base de riffs distorcidos, vocais rasgadas e uma produção límpida e épica. O intro foi deveras inteligente, as primeiras linhas da letra estão interessantes: ...«I have sinned dear Father, Father I have sinned, Try and help me Father, Won't you let me in? Liar».... Uma faixa de raízes hard rock. The Night Comes Down originou um resultado bem interessante. Brian, na questão de pegar numa guitarra acústica nunca nos deixou ficar mal (bem, excepto a ridícula Dear Friends), como em Saily Away Sweet Sister ou ’39 e The Night Comes Down é daquelas pérolas que mostra um Freddie muito melancólico nas vocais, pode-se considerar folk ou simplesmente balada pop mas não deixa de ser esplêndida. A minha favorita balada neste álbum. Roger Taylor como sempre está-se nas tintas para com o resto e atira contra tudo com a furiosa Modern Times Rock ‘N’ Roll, talvez punk pela razão de ser simples, directa e sem restrições mas também podia ser hard rock. É um boogie completo que nos leva a abanar as cabeças como verdadeiros headbangers. Só é pena que uma das minhas favoritas seja curta. Son And Daughter podia ser dos Black Sabbath que ninguém dava conta. Talvez a mais pesada do álbum, puríssimo hard rock, corta as barreiras entre os trabalhos seguintes e este, Freddie não usa a sua voz em ponto agudo como tem costume mas sim em ponto grave. Curiosamente no álbum Toys In The Attic (1975), dos Aerosmith, a faixa Round And Round tem um ritmo semelhante. Jesus, da autoria de Freddie, continua a seguir o ambiente hard rock com refrães frequentes e o uso de overdubs, riffs um pouco á Angus Young. Uma faixa simples mas que resultou em algo eficaz e adequado para o repertório. Fechamos com o instrumental Seven Seas Of Rhye, que é digna de fechar de acordo com a regra de como grandes clássicos devem fechar em grande estilo. Basicamente são os quatro elementos cada um no seu canto. Tudo o que posso dizer acerca de Queen que é um álbum susceptível de desagradar aos mais ‘PoPados’ e que mantém um ecletismo hard rock, digno de estar entre os clássicos dos pesados dos seventies. Eu gosto dos álbuns da década 80 mas acho que em termos instrumental foram um pouco superficial, enquanto que nos 7 álbuns em estúdio noas anos setenta a banda deu de tudo para surpreender e serem tanto bombásticos como pomposos, muita instrumentalização e produções excessivamente perfeitas. As vocais, desde o primeiro, foram absurdamente abusadas, uma das marcas da banda que no The Game deixaram de lado e solos magistrais. Infelizmente Freddie pouco tocou piano também a partir nos anos 80. como podem ver a década 70 é muito mais superior, essa é só a minha opinião e penso que o primeiro da banda, Queen, espalhou o nome da banda como tal devia ser e estava destinado a serem do que mais uma mera banda no panorama musical no futuro. Só é pena não terem incluído a bela Mad The Swine. Foi produzido pela própria banda, por John Anthony e Roy Baker. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;1. Keep Yourself Alive &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;2. Doing All Right &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;3. Great King Rat &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;4. My Fairy King &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;5. Liar &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;6. The Night Comes Down &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;7. Modern Times Rock 'n' Roll &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;8. Son and Daughter &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;9. Jesus &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;10. Seven Seas of Rhye &lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/34522588-116102384708388356?l=vanwilde.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://vanwilde.blogspot.com/feeds/116102384708388356/comments/default' title='Post Comments'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=34522588&amp;postID=116102384708388356' title='0 Comments'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/34522588/posts/default/116102384708388356'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/34522588/posts/default/116102384708388356'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://vanwilde.blogspot.com/2006/10/queen-queen.html' title='Queen- Queen'/><author><name>Sergio</name><uri>http://www.blogger.com/profile/08811021220411129152</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-34522588.post-116059946605709023</id><published>2006-10-11T13:42:00.000-07:00</published><updated>2006-10-11T13:44:26.070-07:00</updated><title type='text'>Nevermind- Nirvana</title><content type='html'>O Nevermind foi um golpe de sorte quando foi lançado. É inegável dizer que o Nevermind foi um dos álbuns mais influentes na década 90 e que abriu as portas ao grunge. O nome Nirvana foi explorada ridiculamente pelos meios de comunicação, pela juventude e foram expostas a uma fama interminável, a mesma que queriam evitar. Mas não vou falar da vida privada da banda nem no suicídio de Kurt Cobain, isso são factos para quem gosta de ler fait-diver ou mexericos. Estou aqui para falar do que realmente importa: de musica e o resto é cada um por si. Como se sabe o Hard Rock (o meu estilo de eleição) já estava saturado, nada mudava, os Bon Jovi tinham estragado a ética do Heavy Metal e começava a parecer mais modelos a cantarolar e a tocarem do que propriamente os verdadeiros defensores do Metal. Mas nem tudo estava perdido. Apareciam os Guns N´Roses, com letras que falavam não sobre amor e essa treta toda mas sim histórias da primeira pessoa e da própria realidade como nós realmente devemos ver. Era uma vida de Rock In Roll. Mas como eu disse o Hard Rock já estava saturado e repetitivo. Não havia como inovar. Os Nirvana eram quatro e passaram a três. Apesarem de todos eles terem gostos muito diversificados tocavam aquele som típico do underground. Era mais uma daquelas bandas de Seatlle do post- punk. Em 1989 lançaram o Bleach provavelmente o álbum mais punk que já fizeram e tiveram um sucesso relativo produzido por Jack Endino, um amigo da banda, por apenas 600 dólares. Ainda lançam um single, o ‘Silver’ (uma das minhas canções favoritas da banda) que só se encontraria dois anos depois no Incesticide, uma compilação de singles e covers altamente recomendável. Enquanto a banda divulgava os seus trabalhos a troca de bateristas era constante. O próximo produtor seria Butch Vig que tinha produzido Smashing Pumpkins e Sonic Youth e nos dias de hoje é baterista dos Garbage. Finalmente em Outubro de 1990 Dave Grohl, baterista de uma banda hardcore chamada Scream, entra para a banda. Dave Grohl é conhecido por incontáveis projectos e deu entrada a inúmeras bandas antes de entrar para os Nirvana. Antes da entrada do baterista a banda ainda lançou um EP, o ‘Blew’ que continha o grande hino da juventude 90, ‘Smells Like Teen Spirit’ numa versão completamente diferente daquela que se tornaria num grande sucesso. Após assinarem um contracto com a DGC (da Geffen Records) a banda entra em estúdio em 1991 para gravar o seu segundo álbum, o Nevermind com Butch Vig. É lançado no mesmo ano no dia 24 de Setembro. Tudo o que tenho a dizer sobre este álbum mítico simplesmente defino como o mais acessível, grandes melodias que se destacam muito, principalmente que Cobain descobriu que podia escrever grandes baladas como em ‘Polly’, o som bastante limpo apesarem de ainda manterem-se fiéis ao seu estilo e de nunca caírem para a repetição. belas letras, todas elas por Kurt Cobain e pela agressividade em algumas faixas, mas também temos pop em ‘Come As You Are’ e o quase psicadélico em ‘Drain You’ e o punk progressivo ?! em ‘Something in the Way’. É claro que temos como abertura o ‘Smells Like Teen Spirit’ com grandes riss, o riff de abertura faz-me lembrar o Southern Rock mas é uma composição/musica muito bem apanhada que pode agradar aos nossos ouvidos logo á primeira (isso depende da pessoa), ou seja um hino do grunge que ainda hoje passa nos canais de televisão onde tenha musica. ‘In Bloom’ é daquelas que juntamente com ‘Come As You Are’ agrada ás rádios mais acessíveis. ‘Lithium’ também merece destaque, uma canção triste com uma melodia simplesmente maravilhosa. Tudo neste álbum são pérolas atrás de pérolas. Estava previsto para ser vendido 100 mil cópias acabou por vender mais de 10 milhões de cópias, um acto que surpreendeu a própria editora como a industria fonográfica. Ainda hoje, passado mais de uma década continua a vender como pão e não é para menos. Foi eleito pelas revistas especializadas e pela imprensa como um dos melhores do ano 1991. A tão famosa capa também merece destaque. Filho de um casal amigo da banda, tornou-se memorável por uma criança de quatro meses a nadar debaixo da água atrás de uma nota de 1 dólar presa a um anzol. Em 2001 Spencer Elden (agora com 10 anos), convidado pela Rolling Stone, cometeu a mesma proeza mas desta vez estava atrás de uma nota de 10 dólares e tinha dez anos. O mais irónico é que aquele puto nem gosta de Nirvana. Mas seja como for se você é um coleccionador ávido de clássicos do mundo do rock in roll não insiste em ter mais um grande clássico juntamente com outros que tornaram memoráveis e que ao longo do tempo ainda não ganhou uma ruga. É a isso que se chama um clássico. Eu e o Nevermind Tinha eu 6 anos quando me deixei levar pela capa curiosa do Nevermind. Para um puto com 6 anos o rock ainda não me dizia nada mas aquele cartazes publicitários que apareciam nas paredes na cidade Lisboa, seja na Avenida dos Restauradores, nas estações de metro, não importava onde, deixavam-me uma curiosidade saciável. isso já lá vai há quase 15 anos. Em 2002 um colega meu (agora ex) emprestou-me o Nevermind e pela primeira vez ouvi e senti o espirito reminescente daqueles tempos que já lá vão e com os quais vivi orgulhosamente, essas lembranças vieram á tona com um certo sabor a nostalgia. Depois desse acontecimento comprei definitivamente o álbum e ai nunca mais parei de admirá-lo. É certo que nunca fui lá muito fã do movimento grunge mas aquele álbum que me acompanhou até aos dias de hoje sem eu saber é uma lembrança que não merece ser esquecida.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;1. Smells Like Teen Spirit&lt;br /&gt; 2. In Bloom&lt;br /&gt;3. Come as You Are&lt;br /&gt;4. Breed&lt;br /&gt;5. Lithium&lt;br /&gt;6. Polly&lt;br /&gt;7. Territorial Pissings&lt;br /&gt; 8. Drain You&lt;br /&gt;9. Lounge Act&lt;br /&gt;10. Stay Away&lt;br /&gt;11. On a Plain&lt;br /&gt;12. Something in the Way&lt;br /&gt;tempo total: 42:38&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;discografia da banda&lt;br /&gt;Sliver: The Best of the Box Nirvana With the Lights Out (Box)&lt;br /&gt;From the Muddy Banks of the Wishkah&lt;br /&gt;Singles&lt;br /&gt;MTV Unplugged in New York&lt;br /&gt;Incesticide&lt;br /&gt;In Utero&lt;br /&gt;Nevermind&lt;br /&gt; Blew (EP)&lt;br /&gt;Bleach&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Por Van Wilde&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/34522588-116059946605709023?l=vanwilde.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://vanwilde.blogspot.com/feeds/116059946605709023/comments/default' title='Post Comments'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=34522588&amp;postID=116059946605709023' title='0 Comments'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/34522588/posts/default/116059946605709023'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/34522588/posts/default/116059946605709023'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://vanwilde.blogspot.com/2006/10/nevermind-nirvana.html' title='Nevermind- Nirvana'/><author><name>Sergio</name><uri>http://www.blogger.com/profile/08811021220411129152</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-34522588.post-115920579033139429</id><published>2006-09-25T10:30:00.000-07:00</published><updated>2006-09-25T10:36:30.376-07:00</updated><title type='text'>A História do Rock</title><content type='html'>&lt;strong&gt;Rock nos anos sessenta&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Introdução Porquê começar em 1965? Por uma simples razão: foi quando o rock foi levado mais a sério. O rock nessa altura iria ser uma arma política severamente usada e espalhada pelos confins na América. Nesse mesmo ano nascerá o folk-rock e o psicadelismo, para os quais se vira uma juventude ocidental desiludida pela sociedade de consumo do seu país. Tudo parecia possível: intervenção política, fascínio pelas drogas, contestação estudantil, interesse pelo misticismo oriental, vida comunitária, grandes ajuntamentos em festivais de musica, flower power, enfim uma nova mentalidade nascia e tudo isto em nome da liberdade, mas estamos aqui para falar de musica. geração rebelde Em 1963 Bob Dylan já era famoso em algumas partes da América relativamente à grande repercussão que as suas letras inteligentes que chamavam a atenção do publico e aclamava as criticas algo inédito naquele tempo. Em abril, Bob Dylan, fez o seu primeiro grande show em New York, e teve uma apresentação no programa de TV de Ed Sullivan cancelada em virtude do conteúdo "revolucionário" das suas letras. Já em Maio ocorreria na Califórnia o Monterey Festival reunindo Bob Dylan e Joan Baez, além de outros artistas do estilo como Peter Seeger e o trio Peter, Paul &amp; Mary. Rapidamente a música folk e principalmente Bob Dylan seriam estampados de comunistas e degenerados, o que obviamente atraiu a atenção do público jovem e aumentou o apelo do novo estilo. No entanto, os Beach Boys continuavam na mesma onda do rock in roll sem novidade nenhuma, letras e musica basicamente sem grandes mundanças e que teve grande sucesso graças á Surfin’ USA (plágio de Sweet Little Sixteen, de Chuck Berry), surgindo então outros artistas com canções de surf como Jan And Dean. No Outro lado, precisamente em Inglaterra, George Martin contrata os Beatles (que foram recusados pela Decca), para a EMI, em pouco tempo já eram um sucesso sem precedentes e a isso deveu-se a uma fórmula básica de apelo a músicas cativantes, bom humor e algum cinismo nas entrevistas. O que começava a surpreender e a estranhar para a época é que a maioria dos êxitos eram compostos pelos componentes da banda. Os Rolling Stones, ainda sem grande repercussão, estreavam. Curiosamente em 1964 Os Beatles ocupavam as tabelas americanas enquanto Bob Dylan ocupava as tabelas inglesas. Os Rolling Stones tornavam-se também num um grande sucesso mundial com sua ida aos Estados Unidos pouco tempo após os Beatles (a atitude irreverente dos Stones, com seus os frequentes escândalos, era a antítese perfeita à educação e boa aparência dos Beatles, conquistando o publico mais rebelde do público). Outras bandas inglesas como Herman’s Hermits, The Kinks e The Animals também despontavam. A partir de 1965 bandas como Yardbirds (que influenciaram inúmeros rocker em pouco tempo), que teve como membros Jimmy Page, Jeff Beck e Eric Clapton, e os The Who, o rock ganhava mais agressividade, algo inédito para a época, com guitarras distorcidas e mais amplificação. Em 1966, os The Who levaram pela primeira vez o hard rock ás tabelças, graças ao single Substitute enquanto Eric Clapton, após a saída nos Yardbirds, montava uma nova banda juntamente com Jack Bruce e Ginger Baker, o power trio Cream. Nos Estados Unidos o folk fundia definitivamente com o rock graças a bandas como The Byrds, Simon e Garfunkel e as harmonias vocais em The Mammas And Pappas. Os Beatles estavam no apogeu da sua arte com Revolver, provavelmente o melhor e mais diversificado álbum da banda. A maturidade musical fora atingida. Os Beach Boys, graças ao mentor Brian Wilson, acabara de criar uma obra prima: Pet Sounds, genial, arrepiante que rompia com a imagem de rapazes da praia. Os instrumentos básicos de uma banda de rock já não era o suficiente: exploravam instrumentos exóticos, arranjos mais complexos e super experimentais. Um outro instrumento também seria utilizado: as drogas. O LSD, famoso ácido, composta de maneira a simular ou a tentar ampliar os efeitos em busca de prazer e de estados alterados da percepção, ondas não lineares. Nascia assim o psicadélico. Em Sgt. Pepper’s Lonely Hearts Club Band, marca o possível nascimento do rock progressivo, excessivamente produzido (tendo gasto mais de 700 horas e 6 meses de gravação), revolucionário, romperia definitivamente com o formato extremamente comercial do tradicional Hit Single dando identidade e individualização a cada canção composta num álbum. Até o baixo era uma revelação e a memorável capa é uma obra-prima: uma colagem de personalidades admiradas pela banda). Curiosamente, uma outra banda, os Pink Floyd, gravavam The Pipers At The Gates Of Dawn, álbum movido pelo génio carregado de LSD, Syd Barret. Descoberto e levado para Inglaterra pelo ex-Animal Chas Chendler, Jimi Hendrix seria uma outra grande revelação de 1967, graças ao single Purple Haze, Hendrix não só captou a atenção ao publico em geral como a astros de rock como Eric Clapton que pensava que a sua carreira estava terminada de um momento para o outro quando ouviu a versão incendiária de Killing Floor de Jimi Hendrix. Hendrix amplificou e usou definitivamente e até ao extremo a guitarra eléctrica no rock. Em 1967, baseado na geração beat, surgiria os hippies, manifestem em nome da paz e amor (dai o termo peace and love) contra o sistema capitalista, recíproco e claro, contra a desnecessária guerra do Vietname. O movimento teve como manifestações gigantescas em San Francisco. Estereótipos famosos como cabelos e barbas longas, o símbolo de três pontas relacionado ao tema «peace and love» , sinalização militar do cessar fogo, flores no cabelo e comunidades alternativas eram simbolos de um movimento da consciência da juventude perante a uma sociedade conservadora e ao capitalismo americano. E desse mesmo movimento surgiram bandas sobrecarregadas de LSD como os Jefferson Airplane, a «bluesgirl» Janis Joplin, Gratefull Dead e os The Doors que recentemente tinham lançado o famoso single Light My Fire. O grande evento desse mesmo ano seria o Monterey Pop Festival, que teve como convidados Janis Joplin, Bufallo Springfield, Jimi Hendrix, The Animals entre outros. Falando dos The Doors, eles eram mais do que uma banda de San Francisco, o perfeccionismo extremo e experimentalismo que fundiam com poemas obscuros de Jim Morison (O político erótico) identificava-os quase de sobrenaturais. O Strange Days é a prova disso. Novas formas de sonoridade expandiam: folk-rock, blues e pop, música indiana, free jazz ou a música contemporânea alargavam mais o ambiente em novas proporções. Bandas como os Gratefull Dead ou Tem Years After alargavam as suas musicas em longas improvisações, ou modificam os sons com a ajuda de efeitos diversos (pedais, bandas de gravação ao contrário, etc...) para criar um ambiente próximo dos efeitos do LSD. O Punk também começava sobressair graças a bandas como os 13th Floor Elevators, originária do Texas, que tentam um rock in roll mais selvagem, seguindo por Los Angeles com Electric Prunes ou The Seeds. Em Inglaterra o psicadelismo dos Pink Floyd de Syd Barret dos grupos como os The Soft Machine ou Traffic integra um sentido do absurdo tipicamente britânico. Com o primeiro álbum mítico da banda de John Cale e Lou Reed, os Velvet Underground &amp;amp; Nico , nascia assim a música alternativa, acrescentado para ser um sucesso, falhou na hora de ponta! Os The Who passavam pelas experiências loucas do experimentalismo como em Sell Out, uma obra prima do psicadelismo e claro filme sonoro Tommy. Em 1968, com o final da banda The Yardbirds, Jimmy Page monta os New Yardbirds que pouco depois chamariam Led Zeppelin (por sugestão de Keith Moon), ao mesmo tempo que os Cream estavam a ter um merecido sucesso com o muito experimental Whells Of Fire. Os Sttepenwolf, com o famoso tema Born To Be Wild, moldavam pela primeira vez o termo Heavy Metal. A sonoridade dos Led Zeppelin era inédita desde então, embora baseada dos blues era muito mais agressiva. Instrumentos virtuosos, solos inflamáveis e epopeias sonoras começavam a destacar. O hard rock estava no apogeu enquanto clássicos como os Pink Floyd ou Beatles passavam por problemas de convivência cada vez maiores, embora que os Beatles ainda fossem levar a carreira para mais á frente por dois anos. No entanto os Pink Floyd sofreram com a perda do mentor Syd Barret. Em 1969 foi ainda um grande ano de festivais. A morte de um fã durante um espectáculo dos Rolling Stones numa apresentação gratuita no festival de Altamond, California, foi o marco negativo do ano. Mas mesmo assim esta má impressão seria incapaz de abafar a realização do que foi possivelmente o maior evento de música de todos os tempos, entre 15 e 17 de Agosto, em Woodstock, interpretado por muitos como o marco do início de uma nova era de paz e amor, com apresentações de Jimi Hendrix, Janis Joplin, Jefferson Airplane e The Who. No Newport Jazz Festival por sua vez apresentaram-se os Led Zeppelin, Jethro Tull, John Mayall, Ten Years After, Jeff Beck, James Brows, Johnny Winter, entre outros. Em 1970 era o fim do sonho. Os antigos heróis iriam dar lugar a novos heróis. Era o começo de uma nova era. O fim do sonho: O rock perde parte da inocência e da urgência: começa-se a levar muito a sério, o que não tem razão de ser. Os temas alongam-se interminavelmente e a ideia da melodia é abandonada em prol da virtuosidade técnica. Apesar do glam, rock assegurar um rock básico cai no esquecimento por uns anos e o rock progessivo vende milhões de discos e enche estádios, as editoras e músicos são milionários. O Rock é suavizado e comercial. Seria preciso esperar até 1977 com a explosão do Punk, aberto pelos Sex Pistols, para que o rock voltasse a ser como era no inicio dos sixties.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Rock nos anos setenta&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; Em 1970 o rock , assim como os roqueiros da primeira geração, já tinham atingido a sua maioridade e a sua inocência nos primeiros tempos e agora tudo era passado. As grandes bandas na sua maioria estavam cercadas de melhores equipamentos de estúdio e mesmo orquestras (bastante emblemático é o lançamento do Deep Purple, Concerto For Group And Orchestra). Um outro grande passo para a sofisticação fora também a rápida difusão dos sintetizadores (a início os Moogs e Minimoogs inventados por Robert Moog), teclados capazes de criar novas tessituras e variedades sonoras antes impraticáveis. Os velhos ídolos como Jimi Hendrix, The Doors ou mesmo Jani Joplin e ainda o fim dos Beatles que fora emblemático para o fim de mais uma era do rock. Haviam sido talvez a banda que mais ajudara na transição entre o rock básico de letras simples dos primeiros tempos ao rock mais complexo e sério musicalmente e liricamente. O rock não era apenas diversão e produto de consumo mas era definitivamente encarado como expressão artística e social. Os Free, banda oriunda dos Boom Blues viriam a dar uma pequena ajuda ao hard rock com o êxito All Right Now. O publico do mesmo iria ser dividido em duas partes: os adolescentes mais interessados nos hit singles de bandas teoricamente descartáveis e dos já mais amadurecidos rockers dos primeiros tempos, que estavam na fase da experimentação, de letras elaboradas e álbuns completos donde buscavam perfeição. O rock progressivo começava a apresentar- se a um grande público e, Greg Lake, após de abandonar a banda King Crimson, formava a clássica banda Emerson, Lake &amp; Palmer (acompanhado por Keith Emerson e Carl Palmer), cativando um público cada vez mais sério. O álbum Deja Vu de Crosby, Stills, Nash &amp;amp; Young, é o mais vendido do ano nos estados unidos. Com a aquisição do baterista Phill Collins a banda Genesis iniciava sua carreira de sucesso, os Pink Floyd deixaria o psicadélico e começavam a trabalhar no rock progressivo (graças a Roger Waters), enquanto os Yes criaram a obra prima Close To The Edge, um dos simbolos do rock progressivo e o melhor dos originais ,assim o rock progressivo conhecia a sua ascensão. Embora que o rock progressivo continuasse em expansão, nasceriam bandas de musicalidade simples e muito baseadas no apelo fácil à rebeldia, como nos anos 50, assim nasceria uma nova geração de rock, o Glam Rock. O Glam apresentava um extensivo marketing, cabelos, roupas exageradas, muito futuristas e coloridas, como os Sweet, David Bowie que produzira o excelente The Man Who Sold The World, o clássico de sempre, os The Mott The Hoople, os Slade ou o Elton John com roupas ainda mais extravagantes. No entanto no ano de 1969 os Led Zeppeln deixaram dois álbuns pesados, Jimi Hendrix deixou uma forma inovadora de tocar guitarra, os Rolling Stones deixaram os Blues ainda mais selvagens e os Cream uma aproximação ao hard-roc (exemplo de Crossroads) e depois disto tudo viria a nascer definitivamente o heavy metal graças aos Black Sabbath com o Paranoid, o melhor álbum deles até aos dias de hoje, Ozzy canta de uma forma mórbida, Tommy Iommi cria riffs lentos e pesados alterando a barreira entre os blues e o hard rock até ao Heavy Metal, diz-se a lenda que o primeiro álbum (Black Sabbath) foi gravado em apenas dois dias! Para lá no outro lado do oceano, nos EUA, o glam já começava a crescer consideravelmente como os Alice Cooper que em 1971 lançou o grande êxito Eighteen e o clássico Love It To Death tendo grandes sucessos até 1975. Como se o factor de marketing (tornando por vezes mais importante que a musica) não bastasse surgia então palcos teatrais em que desempenhavam um papel muito importante na descrição da letra da canção, os Alice e os Kiss (cujos demónios cuspiam fogo) viria a fazer parte do mesmo. Em 1971 foi um ano em cheio, os Led Zeppelin acabavam de lançar um grande álbum, que estranhamente não tinha o selo da editora nem o nome da banda ou álbum mas que foi um estrondoso sucesso e o génio compositor John Lennon lançou o brilhante Imagine. Como se não bastasse os The Who lançaram o Who’s Next contendo dois grandes clássicos: Behind Blue Eyes (coverizado pelos Limb Bikzit 30 anos mais tarde) e o épico Won’t Get Folled Again com sintetizadores do outro mundo, apesar de Townshend pretender que o álbum fosse conceptual ( ele próprio detestou no inicio o Who’s Next) o que ele não previu é que viria a ser o melhor da banda. Rod Stewart acabava de deixar os Jeff Beck Band e entrava para os Faces (que acabou de fazer parceria com Ron Wood, amigo de longa data) e entra na cena do Glam Rock fazendo também uma excelente carreira a solo. Quando se fala dos anos 70 não se pode esquecer também dos Depp Purple, com a sua grande formação, os Mark II, que estavam no auge, lançando álbuns fantásticos, o In Rock (donde eles arriscam uma mudança musical e lançam para o hard rock), o Fireball (demasiado moderno que acabou por não ser um grande sucesso mas com uma excelente produção) e o definitivo Machine Head (bem que todas as canções podiam ser singles). Os Pink Floyd não podiam estar mais do que satisfeitos depois do Dark Side Of The Moon que viria a estar nas tabelas americanas por uns longos anos. No Progressivo rock (com muito Glam) os Roxy Music acabavam de lançar o For Your Pleasure (meio punk, meio pop e meio rock) donde este álbum viria a ser mais uma pérola para a história do rock progressivo assim como o Aqualung dos Jethro Tull. Ninguém imaginaria que ópera com rock se dariam bem mas os Queen fizeram isso acontecer quando lançaram o clássico de quase seis minutos Bohemian Rhapsody, com cinco estilos musicais num só (coro, balada, ópera, hard rock e o pop)! Os Queen, sem sombra de duvida, foram a banda que mais procuraram a perfeição nos álbuns, dai as canções serem tão diferentes uma das outras. Em 1974 o Glam rock enfraquecia, os New York Dolls por exemplo, grandes seguidores do mesmo, acabariam ou David Bowie que acabaria por deixar as vestes futuristas. O Hard Rock recomeçava a reinar graças aos AC/DC, Queen, Blue Oyster Cult entre muitos outros entretanto no ano seguinte nascia um novo estilo próximo do hard rock o AOR (adult oriented rock) veja-se por exemplo os Boston (lembrem-se do saudoso More Than Feeling?) ou os Foreigner entre muitos outros (Styx, Electric Light Orchestra etc... ). Os The Eagles viriam a mudar de som, deixando o folk e alternado para algo mais comercial e acessível dividindo legiões de fãs em duas partes: os antigos e os novos., disso tudo deveu-se graças ao Hotel California donde a canção com o mesmo nome do álbum foi controvérsia pela razão da banda fazer um pacto com o diabo assim dito pelos evangelistas, mas sem nunca deixar de ser o melhor dos originais. Nos confins da América, os Aerosmith, uma banda de Boston, estavam no apogeu com o grande clássico Toys In The Attic (de 1975) lançando no ano seguinte o Rocks, com riffs viciosos influenciando uma quantidade de fãs de hard rock para a próxima década. O ano de 1977 viria a ser uma mudança radical para o mundo com a chegada do Punk. Tudo começou com Malcon McLaren, desde então dono de uma loja de roupas de couro (de certa forma uma sex shop) em Londres, o aproveitamento do novo estilo como algo comercial. Não tendo sido bem sucedido como empregador, a banda americana New York Dolls (que já estavam em franca decadência), McLaren voltou a Londres com a finalidade de montar ele próprio uma banda usando o padrão que havia conhecido nos Estados Unidos. Entre clientes de sua loja recrutou quem tivesse os parcos conhecimentos musicais necessários para formar a banda Sex Pistols. Acrescentaram à música simples e alucinada dos punks americanos letras anarquistas e mais agressivas. Seu primeiro hit foi Anarchy In The Uk, em 1977 mas foi com o God Save The Queen que os Sex Pistols tiveram um sucesso estrondoso pela Europa levando um novo estilo de vida e de moda (com cabedal a mais e cabelos berrantes). O punk que fora criado nos estados unidos e popularizado na Inglaterra (onde logo viria a se tornar um movimento social da classe mais baixa ou então média baixa em Inglaterra e não apenas um estilo musical) foi uma resposta necessária ao rock que estava a ser levado a sério demais, aos álbuns duplos conceituais, aos solos de dez minutos e às bandas que perdiam de vista o carácter de diversão do rock. O punk embora considerado por muitos anti-música foi na pior das hipóteses um mal necessário para mostrar e conter alguns exageros do progressivismo. No Punk viria a nascer o New Wave e o pop punk e os Sex viriam a encontrar rivalidades como os The Clash, Ramones ou The Jam (com letras do mesmo que aconteceu à vinte anos atrás: Juventude rebelde e raparigas) Mas a fórmula do Punk já estava a esgotar assim como os próprios co-criadores) em que o hard rock estava a renascer nas cinzas graças aos Van Halen, com riffs de Eddie Van Halen espectaculares e nunca antes visto, em covers como You Really Got Me (de The Kinks), Symphaty For The Devil (de Rolling Stones) e dos próprios, o Eruption. Bandas de não-punk começavam a virar para o mercado americano como os Queen que acabariam por lançar o fantástico News Of The World. Nasceriam também duas grandes bandas carismáticas, os The Police com o Outlandos D’ Amour (excelente com uma mistura de pop, regaee, punk e rock em que tornaria o som único) e os Dire Strais com um som simplesmente delicioso cheio de rock in roll tipo anos cinquenta. Apesar de mais uma ameaça para o rock, o Disco, o rock nunca deixou de baixar de nível mantendo sempre de cima e tornando inultrapassável até aos dias de hoje (desde 1954). No Underground estavam os U2 e os Iron Maiden que tinham que esperar até á próxima década. No ultimo ano dos seventies grandes bandas manifestavam o sucesso não só nos EUA ou RU como na Alemanha com os Scorpions ou os UFO. Os Thin Lizzy após excelentes produções de álbuns (de Jailbreak até Black Rose) estavam já a perder terreno assim como os Nazareth ou os Grand Funk entre muitos outros. Os AC/DC acabariam por ter um mega êxito com o Highway To Hell mas infelizmente Bon Scott não viveria para ver os seus dias tornarem-se ainda mais gloriosos. A década acabava de chegar ao fim e assim nasceria uma nova era para o rock, o novo Heavy Metal (vindo por ai acima com Trash e Speed ), como os Motorhead, Judas Priest , Iron Maiden, Metallica entre muitos outros e o hard rock moderno, como os Guns N’ Rose, Motley Crue entre muitos outros, apesar de estes estilos terem muitos nomes mas uma coisa é certa pertencem todos á mesma familia: o Rock In Roll.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/34522588-115920579033139429?l=vanwilde.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://vanwilde.blogspot.com/feeds/115920579033139429/comments/default' title='Post Comments'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=34522588&amp;postID=115920579033139429' title='0 Comments'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/34522588/posts/default/115920579033139429'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/34522588/posts/default/115920579033139429'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://vanwilde.blogspot.com/2006/09/histria-do-rock.html' title='A História do Rock'/><author><name>Sergio</name><uri>http://www.blogger.com/profile/08811021220411129152</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-34522588.post-115912432825996996</id><published>2006-09-24T11:49:00.000-07:00</published><updated>2006-09-24T11:58:48.293-07:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>&lt;strong&gt;Hoje lanço aqui alguns textos antigos que escrevi para o fórum &lt;a href="http://www.QueenWeb.pt....pois"&gt;www.QueenWeb.pt....pois&lt;/a&gt; é, se quem gosta da verdadeira musica lê se quem não gosta volta atrás....enjoy that....&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;David Bowie- Alladin Sane&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;David Bowie tem razões para sorrir após ter produzido enormes sucessos de artistas de renome conhecidos como os Mott The Hopple (em All The Young Dudes) e Lou Reed (em Transformer) e de ter a imprensa ao seu lado pela primeira vez graças ao incontestável álbum que é considerado um dos grandes clássicos da era Glam Rock, o Ziggy Stardust. Mesmo antes de Ziggy Stardust David Bowie já haveria criado grandes clássicos como o folklórico Space Oddity, o muito hard rock em The Man Who Sold The World e o variado acústico de Hunky Dory. David Bowie criara a sua própria personagem fortemente influenciada por Iggy Pop e Mark Bolan mas ao mesmo tempo com um estilo único, com trajes futuristas, cabelo em forma avermelhado de cenoura e muita excentricidade, desse mesmo visual levara-o a identificar-se como superstar. Aladdin Sane é todo composto liricamente e musicalmente por David Bowie a acrescentar ainda uma cover dos Rolling Stones (Let’s Spend The Night Together). A banda acompanhada é Mike Garson no piano (abandonado por Rick Wakeman) que cria climas extraordinários, Mick Ronson na guitarra (grande guitarrista), Trevor Bolden no baixo, Woody Woodmansey na bateria e como gospel vai Linda Lewis, os irmãos MacCormack e Juanita Franklin. Fortemente influenciado pelo livro "Vile Bodies" de Evelyn Waugh, onde visões de Armageddon, a eliminação da diferença entre os sexos, como também a conquista da vida sobre a morte e sobre o conceito que conhecemos como tempo. Todas as coisas resultam desse mesmo disco, mas não indo à conceptualidade. O álbum abre com o muito rock stoniano WATCH THAT MAN, de clima Exile On Main Street, mas o que torna ainda comparativo é pela backing vocals e sopros ai adicionados, realçando uma fórmula empolgante. A próxima faixa é uma obra prima. O título da canção, Aladdin Sane é na verdade um arranjo discreto de "A lad insane", um rapaz insano. Ao lado do nome, existe três datas em parênteses, 1913 - 1938 - 197?. Os primeiros dois anos têm em comum de serem anos de vésperas do inicio da Primeira e Segunda Guerra Mundial, respectivamente. É apenas natural supor que a terceira lacuna, especula sem determinar a véspera da Terceira Guerra Mundial, ou seja, um mistério já resolvido visto que já ultrapassámos esse tempo. Liricamente representa algo abominável, o povo inglês que vivia cheio de prazeres e depois vem o inevitável, a Grande Guerra, em que as pessoas iriam à tona sendo lançado a um holocausto sem fim, é uma metamorfose do que a América está a ser. Drive In Saturday parte do pressuposto, que o povo depois do holocausto, agredido pela radiação que ataca os órgãos sexuais e atrofiam os instintos, acaba por esquecer como amar com relações sexuais. Sobra como opção de tentar reaprender assistindo a filmes nos drive-ins. Outra faixa, Panic In Detroit nasceu de uma conversa entre Iggy Pop em que sonhava sobre a pura anarquia e rebelião contra o sistema com os seus amigos da escola, entrincheirados de metralhadoras e uma boina na cabeça. Depois de Iggy ter ido embora David imaginou-o como um Che Guevara membro da Gangue Nacional do Povo, é uma canção algo pesado à la Bo Diddley com ritmos de Mick Rosnson. Cracked Actor apresenta-nos como personagem, um actor envelhecido e decadente, mal intencionado e mercenário. Time abre o segundo lado trazendo de volta Mike Garson com seu piano que nos remete directo para o teatro. Bowie interpreta e questiona no melhor estilo Brecht - Weill, a máxima de Shakespere, ao reflectir que o mundo não é um palco mas sim um camarim. E ao pisar no palco, o tempo pára. A frase (...) demanding Billy Dolls (...), é uma referência a Billy Murcia, baterista do New York Dolls que acabara de morrer em Londres no Verão. Sem duvida uma balada excepcional com gospel no seu melhor estilo, inovador. A coverizada Let’s Spend The Night Togheter, um rock duro, rugoso e simples fala da heterossexual da década de sessenta Bowie parece tentar alterá-la implicando a ideia de que fora composta falando sobre a homossexualidade. Jean Genie de grandes riffs mostrando um Mick Ronson puro com a sua Gibson, uma canção hard rock que se tornou num dos grandes singles do século XX e da década de setenta. Finalmente fechando, Lady Grinning Soul uma das interpretações mais bonitas de David Bowie em toda sua carreira. Essa balada é lindamente arranjada com violões de seis e doze cordas, além de um piano riquíssimo, novamente nas mãos de Garson. Não é um álbum conceptual, muito pelo contrário, é simplesmente uma selecção de grandes faixas resumidas a serem ouvidas e sancionadas pela curiosidade, vale a pena ouvir e “reouvir” uma grande colecção de sublimes baladas e rock speedado, um álbum verdadeiramente glam rock. Conta com a produção de David Bowie e Ken Scott. Embora que o álbum que mais oiço e goste seja o conceitual Ziggy Stardust o Aladdin Sane está entre os melhores deste grande mestre.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Bryan Adams- Reckless&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Bryan Adams não foi só um rapaz de calças de ganga e de t-shirt cantando baladas pop e endoidecendo raparigas na década 80. ele sabia e ainda sabe fazer um bom rock in roll, límpido, directo e por vezes até pesado. Reckless por sinal é o que melhor sintetiza a sua maestria. Mesmo antes deste grande clássico Bryan Adams já estava no mundo da musica lançando três álbuns de grande qualidade (Bryan Adams, You Want It, You Got It e Cuts Like A Knife) mas foi com Reckless que acertou, devido á grande variação musical e inspiração, e também por ser o trabalho menos pesado e mais acessível. Keith Scott (guitarrista) que acompanha Bryan Adams desde o inicio da carreira, fazendo dupla com o próprio Adams nas guitarras ritmicas, demonstra um talento fora do vulgar em tocar solos bem competentes e agradáveis (ao vivo chega a tocar 10 minutos tal como Brian May a tocar Brightom Rock), é elemento bem fundamental para a constituição da banda. Ironicamente estávamos numa época em que as tabelas eram dominadas por sintetizadores (tipo Tears For Fears, Madonna, Despeche Mode) Bryan Adams cingiu-se ás armas e ofereceu uma elite de clássicos do rock que vale a pena lembrar. Vamos a isso: One Love Affair- simplesmente uma grande musica. Veiculada por um clima pop/rock, a vocal de Bryan está em grande forma, muito melodiosa, o álbum abre em grande estilo. She’s Only Happy When She’s Happy- de estilo rock in roll bem básico com um feeling «cool», agradável de ouvir e dificil de detestar. Run To You- quem não conhece esta faixa! Um grande clássico na década 80, em que passava fartamente nas discotecas e nas rádios (e ainda hoje passa), com um grande riff, bem trabalhada e muito comercial, de formato pop. Heaven- Uma super balada muito pop, chegou a numero um nos EUA. As teclas dominam de uma forma magistral, faz qualquer um tremer de emoção (‘tou a exagerar). Só acho pena que esta faixa tenha sido evitada nos dias de hoje, por sinal é uma grande canção. Somebody- espectáculo! É tudo o que posso dizer. Tem um certo feeling de estarmos a ouvir ao vivo, porque os refrães apelem muito a que o publico acompanhe o cantor, cheia de energia é um clássico absoluto de rock in roll e como não podemos deixar de esquecer Keith Scott faz um solo formidável. Summer Of ’69- mais um grande clássico de Bryan. A letra fala basicamente da adolescência de Bryan com uma certa ironia, o intro é fantástico com grande riffs, uma faixa bem ao estilo de pop/rock que passou extensas vezes na MTV. Agrada muito ao ouvinte é difícil de detestar. Curiosamente Bryan tocou esta faixa ao vivo no Pavilhão Atlântico em versão acoustica, que eu detestei, merecia ter mais destaque e um formato original, e a Somebody infelizmente foi esquecida. Kids Wanna Rock- Rock da pesada. A letra é bem engraçada e simples. Apela a que os Djs das rádios toquem mais rock, o Disco e New Wave recebe uma espécie de duras criticas por parte de Adams, mas isso tudo numa brincadeira. It’s Only Love- Bryan canta em parceria com Tina Turner este clássico. Bem energético mas que demonstra ser uma faixa roqueira como se Tina estivesse a voltar aos velhos tempos, vozes impecáveis mas sofre por ser uma faixa um bocado desordenada e directa. Long Gone- uma das minhas faixas favoritas, Bryan Adams está fenomenal na voz de cronner, com uma batida bem pesada e mais uma vez apresentamos um dos grandes guitarristas: Keith Scott em grande estilo. Ain’t Gonna Cry- o inicio surpreende qualquer um pela entrada das baquetas com todo o furor e fúria. O baixo também se torna audível. Está aqui um pouco de tudo, é uma faixa com um rock in roll bem relaxado e mais uma vez Bryan usa a voz de cronner, com refrães pegajosos e energéticos e Keith brilha mais uma vez com um solo bem distorcido. Ou seja o álbum encerra em grande estilo. Bryan adams só descobriu o seu estrelato definitivo com (Everything I Do) I Do It For You mas a sua verdadeira obra olha desde para trás até ao seu ultimo álbum. Se para quem prefere um rock mais pesado (chegando mesmo ao hard rock) aconselho vivamente Waking The Neighbours. Bryan Adams sempre recusou o estatuto de superstar sendo sempre o mesmo musico desde o inicio, ou seja sincero sem mudanças sonoras, fazendo aquilo que ele mais gosta de fazer: tocar guitarra, é esse o eterno adolescente que traz grandes surpresas e muito rock in roll. O trabalho Reckless é um dos meus álbums favoritos da década 80 e o melhor da carreira de Bryan Adams. É intemporal. Lançado a Fevereiro de 1985 Produzido por Bob Clearmountain&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;UFO- Strangers In The Night&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;Grande álbum ao vivo! Surpreendente e energético! Sem duvida que a década 70 recebeu grandes álbuns ao vivo em que transbordava energia e virtuosismo. Contemplar esta maravilha é ser transportado para as grandes arenas de rock que enchiam de plateias num ápice. Infelizmente, enquanto bandas de hard rock como os Aerosmith ou AC/DC recebiam atenções do grande publico, apesar dos UFO terem um bom sucesso na Inglaterra, no principio da década 80 começavam a ser desvalorizados. O que mais atrai a atenção neste álbum é o guitarrista Michael Schenker (pois é, naquele tempo todos os putos que possuicem guitarra queriam aprender a tocar como ele), que tocou nos Scorpions numa curta passagem e é irmão dum deles. Os seus solos soam tão épicos como espectaculares, dedilhando cada nota até arder. Os UFO só começaram a serem conhecidos com o jovem Michael Schenker, dono de um estilo único e inconfundível de «guitarrear» e pode-se dizer que os UFO influenciaram uma série de bandas até nos EUA como os Metallica, Megadeth e até mesmo os Smashing Pumpkins, essas bandas aqui mencionadas confessaram serem fãs desta mística banda. Ironicamente, antes da entrada de Michael Schenker, os UFO eram uma banda selada de prog-rock e space, entrando no experimentalismo, mas com a entrada desse mesmo guitarrista, os UFO foram renomeadas como de estilo heavy/hard/blues rock, mas nunca deixaram o experimentalismo alcançando sucesso com singles pop/rock e envergando também para acústico. A plateia aqui é muito receptiva e a banda comporta-se com profissionalismo. Phil Mogg canta melhor do que nunca, Pete Way tem um estilo único de tocar baixo, que mais tarde Steve Harris o roubaria, Asndy Parker por vezes exagera na percussão mas consegue controlar cada batida e Paul Raymond é excepcional nos teclados, o clima, falando musicalmente, nunca cai na mesmice nem em tédio mas sim variando e hipnotizando o publico. Strangers In The Night foi gravado durante a tour de promoção do álbum Obssession apresentando em duas cidades: Chicago e Louisville, ambas norte-americanas. E pelo fato de já terem inúmeros bons discos que continham óptimas canções, o repertório final deste álbum acabou sendo uma excelente compilação ao vivo reverenciada até os dias de hoje. Só por curiosidade: durante a Tour, aqui gravada, os UFO abriam para os Blue Oyster Cult. As faixas estúdio já são boas mas ao vivo soam ainda melhores e magistrais (graças a Schenker). Com mais distorções, mais pesadas e contagiantes. Doctor Doctor (com a introdução soberba nos teclados), na épica Rock Bottom, apresentando um clima space rock, no muito pop Only You Can Rock Me, Mother Mary, adicionado com funk e por vezes pop, e o This Kid simplesmente genial que faz lembrar muito os Led Zeppelin, nos muitos blues rock Shoot Shoot e temas arrasadores como em Let It Roll. Natural Thing apresenta um dos melhores solos e no grande êxito Lights Out, no estúdio já era bom e então ao vivo! É clássico sobre clássico. Vale a pena ouvir este grande álbum ao vivo, para quem é fã maníaco do hard rock setecentista não pode perder por nada neste mundo!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;The Doors -Waiting For The Sun&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;Depois do auto intitulado The Doors, em que continha uma sonoridade básica recheado de blues e pop/rock mas já com tendências em variar e do muito experimental Strange Days, seria lançado o terceiro e um dos melhores: Waiting For The Sun. o mais comercial da banda. Fora o primeiro a ocupar a 1ª posição na terra natal, seria mais um produzido por Paul Rothchild. Hello, I Love You: Faixa muito pop, é a abertura do disco tomada dos The Kinks (Jim Morrison confessou ser um grande fã da obra de Ray Davies, dos The Kinks), foi o segundo e o ultimo single a chegar a nº 1 nos EUA e chegou a uma posição medíocre no RU, a nº 15. de certo modo é uma faixa muito pop comercial mas excelente. Love Street: Excelente domínio de Ray Manzarek nas teclas. Linda para aqueles que adoram baladas meio pop. A faixa retracta o amor entre Jim e Pam, é quase uma biografia de Jim, se quem já viu o filme aparece uma cena em que Jim vê pela primeira vez Pam na rua de California. A canção trata-se mais ou menos acerca desse momento. Not To Touch The Heart: Uma peça poética de Jim que era para inteegrar a Celebration Of The Lizard, mas no ultimo momento encontrou-se excluída. Excelente encontro de guitarras acústicas com guitarras eléctricas, uma canção muito sofisticada com grandes versos. Simplesmente alucinante. Summer’s Almost Gone: Uma faixa mais ao estilo de Sinatra. Uma balada que não é nem mau nem bom mas simplesmente boa de ouvir. Calma e relaxada. Wintertime Love: Apesar de ter quase dois minutos já apresenta o futuro para o próximo álbum. Muito experimental, pop faz-nos sentir que estamos num bar a cantarolar ás tantas da noite com uma caneca de cerveja. The Unknown Soldier: Polémica até no video! No video mostra-se Jim a ser abatido, na yultima hora tiveram que mudar de video, se repararem no VH1 nunca passou o original mas sim o substituído. A faixa retracta sarcasticamente a guerra do Vietnã que foi tamanha estupidez. Eram outros tempos eram as revoltas da juventude contra o sistema americano. Pode-se dizer que esta canção continua actual. Musicalmente está bem elaborada, divide-se em três partes: a introdução bem calma, o marchar do exército e a execução e o final festivo e vitorioso. Spanish Caravan: De influências flamengas, Rob não só sabe provar que é um excelente mago na guitarra slide mas como sabe fazer um solo, na viola, valente á moda flamenga. Está muito bem conseguida esta faixa. My Wild Love: mais uma resenha poética de Jim, é uma faixa muito diferente das outras com batidas tribais e calmo. Todos cantam nesta faixa como um bando de risonhos perdidos sem destino. We Could Be So Good Together: Será que naquele tempo existia o new wave?! Sei que pode parecer um pouco ridículo mas a percussão soa a isso. Com batidas soando a Drum Machine, Jim Morrison domina bem as vocais e a corrente musical. Orientado um pouco ao estilo predominante de soul/funk com gospel lírico no ultimo minuto da faixa. Até o intro está excelente. Yes, The River Knows: Mais uma balada domina neste clássico temporal. Com teclados de Ray em perfeita harmonia com a voz muito soul de Jim. Difícil detestar. Five To One: Canção muito politizada, com excelente linhas de baixo composto por Ray, tornou-se num clássico imediato. Letra com quem tem ar de querer desafiar alguém (e é que queria mesmo.), «They got the guns....We got the numbers....», baseado na juvente em que os velhos que se acautelem, gerou polémica naquela altura. Orientada quase para o hard rock, ostenta-se bem pesada. Um verdadeiro hino. Sem duvida um clássico que vale a pena entrar nas prateleiras de qualquer amante de boa musica. Talvez o mais comercial e sofisticado. E como sempre mantém-se a tendência em experimentar e diversificar só que conseguiram um equilíbrio mais que perfeito: um clássico. Rodeados de equipamento do mais moderno que havia conseguiram um alto resultado. Em apenas cinco anos lançaram seis álbuns. Os The Doors não eram só uma banda que atirava polémicas atrás de polémicas mas sim uma banda que exigia o perfeccionismo extremo nos seus trabalhos e que alcançava sempre bons resultados que desejavam. Músicos assim á poucos nos dias que correm.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Whitesnake- Ready An' Willing&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Um álbum bem saboroso, algo para ouvir pela estrada fora! Lançado em 1980, aproximadamente três anos depois da criação da banda, é o quarto álbum de estúdio movido a combustível de rock in roll tendo já abandonado a tradicional sonoridade blues que provinham desde a época dos Deep Purple, encontrando assim um hard rock moderno e irresistível. David Coverdale é David Coverdale e os Deep Purple eram os Deep Purple, ou seja finalmente os Whitesnake se individualizaram. Esta reliquia abre com Fool For Your Loving, considerado um dos maiores exitos, foi regravado em 1988 para o Slip Of The Tongue, com linhas bem mais pop mas mesmo assim ainda uma boa versão. As composições de Coverdale têm como temática o romance, mas diversificando a respeito desse tema o que as torna inesquecíveis. O Rock In Roll não se resume só a guitarradas distorcidas ou solos intermináveis, como se pode ouvir em BlindMan e Ain’t Gonna Cry, com pitadas de gospel blues. Se quem é fã de grandes guitarristas basta ouvir a Sweet Talker coma dupla Marsden e Moddy em solos que dão um espectáculo garantido. Love Man soa a algo lento e funkeado e derivado ainda um pouco nos blues, embora que já estivessem longe da sonoridade tradicional. Ride And Willing e She’s A Woman são o futuro da sonoridade mais moderna que iriam trazer sucesso á banda nos anos seguintes. Continua a variar sem nunca cair na mesmice e da monotonia e particularmente considero um óptimo trabalho que a dupla M&amp;M fez nas guitarras, como sempre Coverdale estava rodeado de excelentes musicos profissionais. She’s A Woman, massacrante e speedada, fecha em grande estilo, definido a banda como uma caixinha com surpresas por vir no futuro. Quando o álbum Ready And Willing foi lançado foi arrasado por criticas positivas afirmando a banda como uma das melhores no panorama hard rock. A fórmula Whitesnake pode deixar de ser inovadora nos dias de hoje mas é preciso saber faze-la e nada mais do que a banda soube faze-la tão bem como essa. Whitesnake já dividiu a cena com guitarristas lendários como: Jimmy Page (Led Zeppelin), Tommy Bolan (James Gang e Deep Purple), Steve Vai (guitarista virtuoso), Warren DeMartini (Ratt), Ritchie Blackmore (Rainbow e Deep Purple), Vivian Cambell (Dio e Def Leppard), John Sykes (Thin Lizzy), Adrian Vandenberg (Vandenberg) e muitos outros. Se Coverdale vai mesmo lançar mais um álbum como prometeu então que venha mais um! 1. Fool for Your Loving (Coverdale/Marsden/Moody) - 4:17 2. Sweet Talker (Coverdale/Marsden) - 3:37 3. Ready An' Willing (Coverdale/Lord/Moody/Murray/Paice) - 3:43 4. Carry Your Load (Coverdale) - 4:05 5. Blindman (Coverdale) - 5:08 6. Ain't Gonna Cry No More (Coverdale/Moody) - 5:51 7. Love Man (Coverdale) - 5:03 8. Black and Blue (Coverdale/Moody) - 4:05 9. She's a Woman (Coverdale/Marsden) - 4:08&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; &lt;strong&gt;Os primeiros da grande demanda ao rock in roll&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;The Greatest Hits III Há coisas que parecem estar destinadas a acontecer como deveriam acontecer. No meu caso, entrei para o mundo do rock in roll precisamente em 2000. como já contei, um colega meu trouxe para a escola o The Greatest Hits III, e foi ai o meu primeiro contacto com o rock (?). sim, estava obcecado em encontrar essa compilação, queria saber como se chamava aquela canção que me seguia no ouvido, com medo de esquecê-la. Qual era o nome da banda? E assim descobrira que se chamava Princes Of The Universe e que o nome da banda era Queen. OK, Ok! Eu sei que começar por aquela compilação não é um bom começo para quem quer conhecer os Queen mas eu não podia adivinhar. O que estupidamente pensei é que a banda era só o Brian, John e Roger e que eram uma banda importante de suporte para outros artistas como lá estava redigido: Elton John, David Bowie, George Michael e Freddie Mercury. Mas adiante, ouvia vezes sem conta Princes Of The Universe em altos berros, era algo único, naquela altura só ouvia idiotices que passava na Rádio Cidade e tinha muito pouca informação sobre o rock, pode-se dizer que Princes Of The Universe foi a primeira canção de rock que ouvi verdadeiramente. Voltando aos Queen, em tão pouco tempo recolhi informações sobre os Queen e descobrira que o vocalista já tinha morrido há muito o que me deu pena, pois tanto visualmente como musicalmente esta banda era única. Quando olho para a capa da compilação vejo uma visualização bem forte de como uma banda deveria ser. Também saboreei bem o The Greatest Flix III, o que me surpreendeu foi o vídeo clip da POTU na cena do duelo em tom desafiante entre Freddie e Christopher. Enfim foi uma estreia para algo que nos dias de hoje aprecio infinitamente. A Day At The Races Primeiro álbum de estúdio de uma banda de rock. Naquela altura estava baratoche e comprei juntamente com Hotel California (mais um grande exemplo de como uma boa musica deve ser feito) mas foi o álbum dos originais, da minha banda favorita de sempre, que me surpreendeu. Só o intro da Red Special na Tie Your Mother Down fazia-me matar de curiosidade para o que estava por vir. Ouvia-se um rebento explosivo de repente e um Freddie bem rockeiro com grandes riffs e solos de Brian como se fosse um motor a trabalhar. Pensei assim: «Humm..então isto é que é Queen!» A You Take My Breath Away também foi uma daquelas que agarrou-me á atenção por causa da melodia simplesmente maravilhosa, podia ter sido simples, mas era a forma como Freddie tocava o piano na sua forma única, a sua voz atravessando falsetes, dava-me a impressão de estar num cabaré. O resto também pediu ouvidos e lá eu ouvi com grande entusiasmo, principalmente The Millionaire Waltz. Agradeço-lha por ter descoberto solos de guitarra eléctrica, era uma Zep-song ao estilo de Brian. Early Days: The Best Of Led Zeppelin O que se pode dizer acerca daquela banda que rangia com blues explosivos, mas o que os fazia comparar com outra banda de estilo pesada era pelo seu experimentalismo. Oiçam o grande hino Stairway To Heaven, o terrivelmente excitante hard rock Black Dog, Rock In Roll, Immigrant Song e o sobrenatural de Blues Since I’ve Been Loving You (soava a Janis Joplin). Estava ai tudo. Desde a uma delicadeza acústica até á fúria eléctrica. Já conhecia a Communication Breakdown, que me despertou o interesse em explorar a musicalidade dessa mística banda. Mas fiquei a conhecer ainda mais os Led com a compilação. Definitivamente o estilo hard rock/blues setentista seria o meu estilo favorito. Através dos Led conheci os seus «pais», The Yardbirds, Cream, Jimi Hendrix, John Mayall, Blue Cheers e entre muitos.... Deep Purple In Rock Louco! Simplesmente Louco! Não fazia o raio da menor ideia de quem eram os Deep Purple! Mas senti atraído pela capa que soava muito a seventies e pelo nome de Rock. Então decidi arriscar. Quarto álbum e o primeiro sucesso da grande banda, um dos pioneiros do Heavy Metal. O que mais me atraiu foram os riffs desafinados de Ritchie Blackmore e a voz rouca de Ian Gillian. Black Night passava vezes sem conta na minha aparelhagem, sendo, na minha opinião a melhor canção. Puro rock in roll. Tudo atiravam os indicadores para o vermelho, eram pedras a serem atiradas para o ouvido. Tenho a edição especial DeLuxe, que inclui jams, singles e B-Sides. Tudo estava no apogeu até o rock in roll. Child In Time, épico de mais de dez minutos, mostra um caminho mais progressista, mas que nunca transformou em tédio para alguém que nunca ouvira épicos. (só conhecia o Bohemian Rhapsody, mas não durava assim tanto). Muitos teóricos e especialistas do rock dizem-no ser o álbum fundador do hard rock mas eu não concordo. Havia já muitos antes deste só que nunca souberam explorar tão bem o hard rock como os Deep Purple. Pronto e assim escrevi as minhas primeiras pegadas para a meta do rock in roll.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Metallica- Master Of Puppets&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;Esqueçam os anos 90 em que os Metallica apareciam sempre no MTV, esqueçam o seu som comercial, a sua impotência, as suas almas vendidas para o diabo e tentam lembrar-se dos verdadeiros Metallica, uma banda de trash metal. Após este grande álbum, cheio de energia, maduro e vertiginoso, injustamente morreria Cliff Burton, baixista, num acidente de autocarro durante a tour, na Suécia, em 1986. Mesmo sem um Hit, sem passar nas rádios ou na televisão, Master Of Puppets conseguiu vender mais de 500.000 cópias! Kill ‘Em All (o mais feroz de todos) e Master Of Puppets são considerados os melhores segundo os fãs. Aqui neste maravilhoso fogo o álbum é determinado por uma agressividade extrema no entanto musicalmente muito mais elaborado, as letras muito mais profundas e agressivas tornam-se mais progressivas donde forjaram uma batida única e martelada. Battery cai um bocado de lado quanto ao som, o intro é fantástico, donde abre com uma melodia calma passando de repente para algo agressivo que iria perdurar até ao álbum inteiro. Master Of Puppets, unico! Para quem é fã metaleiro deve gostar realmente desta pérola, com refrães sem misericórdia (...”Master, Master, Just call my name, ‘cause i’ll hear you scream”...). The Thing That Should Not Be traz algumas partes influenciadas pelo ultimo, o Ride The Lighting, mas excelente na mesma. A voz de James Hetfield mostra-se espantosamente melodiosa e aguda passando de seguida para algo grave em Welcome Home (Saturium). Agora vem a minha favorita, Disposable Heroes rápida, veloz, riffs a uma velocidade acima de um raio de luz dispensa de apresentações. 100% trash metal, letras arrogantes e enraivadas (...”You coward, you servant, you blind man...”) sobre morte e guerra, com grandes solos (já clássicos) de Kirk Hammett e de uma duração de mais de 8 minutos de agressividade extrema, pena não ser single. Leper Messiah, enche já esta usina cheia de clássicos, mais uma vez espanta a todos e a ninguém com grandes riffs e solos, mas curiosamente já mostra alguma influência do que está para vir (tanto no ...And Justice For All como no Black Album), o ponto alto está também para Lars na bateria. Orion, é um instrumental com grandes solos de baixo do falecido Cliff e guitarrada de Kirk, começando num ambiente calmo e quase silencioso alternado para algo como se movesse como vento, tornado mais pesado com o passar do tempo! Damage, INC fecha em grande estilo, um tema forte (“…Blood will follow blood, Dying time is here, Damage Incorporated…”) para destaque vai os solos rápidos de Kirk. Infelizmente depois deste só haveria álbuns de pouca qualidade e com o tempo foram perdendo a sonoridade enraivecida que já era marca registada dos Metallica.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;The Doors- LA WOMAN&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Lançado em 1971, surpreendeu não só os fãs como também as criticas tanto pela qualidade criativa como pela voz rouca de Morrison que tornara ainda mais comovente. Gravado pouco tempo antes da morte do carismático rei lagarto, em ambiente praticamente live, torna o álbum ainda mais assombroso de um clima quase não-linear. Produzido pelos The Doors e Bruce Botnick, e não pelo Rotchild como era hábito, é considerado o melhor da banda. Muitos já pensavam que os The Doors eram uma força esgotada na altura, mas surpreendente voltaram com blues/rock em seco, volvidos pela naturalidade e pela instrumentalização básica, recrutando pela primeira vez um baixista, Jerry Scheff, convidando ainda Marc Benno para guitarra rítmica. As cortinas abrem para Changeling, uma faixa de blues equase pop jazz passando de imediato e sem tréguas para um pop melodioso em Love Her Madly, vale a pena ouvir. Multiplicam-se aqui também blues rock poderosíssimos em Been Down So Long. Cars Hiss By My Window é uma faixa depressiva mas ao mesmo tempo bela, uma balada de ambiente blues como se Jim estivesse a cantar sozinho envolvido pela nostalgia. LA Woman, muito pop e muito blues,uma das melhores, sem perder tempo Jim canta melhor do que nunca, uma canção muito comercial mas caida no esquecimento (anos mais tarde Billy Idol iria « coverizá-la»). La American é á base de um rock alternativo, demasiado moderno para aquele tempo, com a óptima introdução nos teclados de Ray Manzareck. Se você gosta de Frank Sinatra decerto que também gosta da faixa Hyacinth House, uma balada sublime. Crawling é uma espécie de musica adornada pelos timbres dançantes de peles-vermelhas. The Wasp (Texas Radio And The Big Beat) mostra um Jim demasiado descontraído, «cool», sem restrições, uma bossa de blues com excelentes batidas de John Densmore, uma das antigas linhas poéticas de Jim foram adicionadas nesta faixa. Para fechar em grande estilo temos a Riders On The Storm, de uma beleza surreal que encerra magnificamente este álbum excepcional e incrivelmente variado, sublime e de um ambiente um tanto pop quase esotérico, ou seja, memorável. O álbum foi gravado num ambiente degredado pelas discussões da banda, por um Jim enfadonho, afundado em acessos de alcoolismo e drogas, triste e profundo mas que conseguiram acima de tudo fazerem uma obra-prima. Surpreendentemente, sem se deixarem cair pela repetição sonora, conseguiram variar, algo que eles já faziam desde o primeiro álbum e é muito raro o ultimo álbum de uma banda ser o melhor. A recepção foi medíocre, chegando á nona posição nos EUA e á vigésima quarta posição no RU, vendeu cerca de 2000 000 cópias e foi dupla platina em 1978. é um álbum tocante e cheio de alma, não é só mais um álbum mas sim um tesouro que merece ser explorado pelos apaixonantes da boa musica. é com orgulho que o tenho.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;The Eagles- Hotel California&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Se julgam que este álbum é algo impropério estão redondamente enganados. Apesar de aclamar paradoxalmente para algo mais comercial, donde os Eagles afastaram-se definitivamente das raízes Country ( Bernie Leadon, fiel ao Country sairia) este álbum viria a ser conducente para o mundo de pop/rock. Com a entrada de Joe Walsh o som sublinhava contornos duros, uma criatividade em pleno auge, uma série de exitos. Com o nome do grupo já conservado nas grandes audiências graças ao The Greatest Hits 71-75, e o primeiro e o moderado sucesso One Of These Nights, dessas retrospectivas assegurariam a banda como superstars. O álbum relatava metaforicamente certos aspectos do excesso na sociedade americana, e em particular da vida da Califórnia, obstante pode-se ouvir no épico de seis minutos, Hotel California, uma grande canção, paranóica e totalmente incompreendida pela maioria dos ouvintes, seria o seu maior sucesso comercial tanto pela razão da melodia implacável das vozes como pelas guitarras em dueto de Joe Walsh e Don Felder, uma das cinco canções cantada por Don Henley, valeria pela quarta vez um nº 1, vindo a repetir esta proeza com New Kid In Town uma balada extremamente pop e audível. É claro que presenciamos temas de hard rock como o Victim Of Love, na minha opinião uma das melhores canções, com um intro magnifico de Don Felder atirando solos inflamados e o Life In The Fast Lane, um funk rock saboroso mesmo á altura do peso da balança do hard rock, com guitarras distorcidas. Seria fácil dizer que o resto era só para preencher o álbum mas trata-se mais do que isso, trata-se de fazer uma obra prima, um trabalho extremamente perfeccionista e uma colecção de excelentes canções que ganharam aqui identidade própria. Wasted Time é uma fusão de musica clássica com pop, magnifico solo de piano! No fim desta mesma faixa aqui citada é um reprise que merece aqui ser destacado não só por ser uma mera instrumentalização mas sim um breve temporal sonoro que nos faz querer algo mais, é de morrer. Pretty Maids All In A Row liricamente espanta os espíritos, a bateria sobressai-se como se emocionasse, muito pop ligeiro, mais uma vez a atenção vai para o piano com pautas soberbas. Try And Love é uma faixa pop/rock demasiada moderna para aquele tempo, não só é perfeita e comercial, como também majestosa, muita «beatlesiana» e bem coordenada, não há erros. Por ultimo fechamos com a The Last Resort, simplesmente comtemplativa, as vocais de Don Henley consegue um alto nível que supera todas as outras faixas em termos de vocal, não há novidade na instrumentalização, é simplesmente mais uma canção difícil de não gostar e que entra no ouvido com facilidade. Hotel California foi gravado nos estúdios Criteria Studios, em Miami, resultando de seis meses de trabalho, lançado passado quase um ano e meio, desde o ultimo dos originais, One Of These Nights e claro, as expectativas eram grandes. Vencedor de Grammy por álbum do ano e melhor arranjo para vozes. Produzido por Bill Szymczyk. Hotel California é fundamental para os amantes de pop/rock e dos memoráveis seventies.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Patti Smith&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Patti Smith Tudo começou numa bela manhã por volta das oito horas. A manhã estava gélida, as folhas acastanhadas de Outono embaralhavam-se no leito da estrada de alcatrão, num quiosque mesmo ao lado da paragem onde costumo apanhar o autocarro compro o jornal O Publico, o jornal de eleição para me actualizar. Até ai tudo bem. Como se sabe eu sou um fã feroz e sagaz que vivo no mundo de rock in roll e como se sabe mantenho-me informado sobre esse mundo paradoxo. Cada obra prima como A Night At The Opera ou The Wall representa um mundo para além deste, yum mundo que toda a gente desconhece menos eu, um lugar só meu. um esconderijo. Não obstante, abro a página nº 24 da revista suplente «Y», uma revista obrigatória para comsumidores saciáveis de cultura e deparo-me para com Patti Smith. Sim o nome dela não me era estranho. Sim sabia de que década teva ela a sua primeira repercussão mas não sabia que musica fazia ela. Rock In Roll? Blues? Jazz? Ou Pop? O artigo não falava propriamente sobre essa tal cantora mas sim sobre o álbum Horses. as críticas, como pude observar, foram excelentes o que me levou a matar a minha curiosidade ao comprar estes álbum tão místico como pronunciara. Devo dar os meus parabéns pelo excelente artigo a Kathleen Gomes. O álbum representa, segundo a sua sonoridade, um post punk surgido dois anos antes da fama dele, uma maria-rapaz a cantar em altos berros mas com uma voz doce, bela e magistral. Liricamente, as letras retratam a sociedade, os tempos dificeis e os sonhos que temos que alcançá-los com muito esforço e suor. fala de Patti Smith na 1ª pessoa. Ifluências á parte só de Rimbaud, Jim Morrison e Bob Dylan, essas personagens tão conhecidas viriam a fazer parte da adolescência de Patti. A capa por si já vale muito no que diz respeito à cantora enraizada, fotografia tirada pelo fotógrafo lendário robert mapplephorpe e concepção da própria. Os musicos eram de alta qualidade e de um profissionalismo indeterminável, um deles fizera parte dos Television, o produtor era John Cale (ex-Velvet Underground). «Sou uma rapriga a fazer o que os gajos faziam habitualmente...», falara ela e bem. Um dia um critico vira um dos concertos de Patti e ficara surpreso por ela cuspir em palco e pronunciar algumas palavras «motherfuckers!». Era um dínamo vivo, basta ouvir a cover dos The Who, My Generation como bónus no Horses e saberão do que eu estou a falar. por fim saciei a minha curiosidade ao meter no meu PC e ligar no play. Foi um caso unico. bastou a musica para prevenir a loucura sobressaltada que ela transmitia. já descobri todos os cantos do mundo do rock in roll, já nada é novidade, saciei um pouco de tudo e até um mais de tudo. Como é vertiginoso este caminho. Como dizia Freddie:« O espectáculo deve continuar» e com toda a razão. O Horses foi um dos poucos e restantes álbuns a surpreender-me e curiosamente descobri por fim quem era a misteriosa intérprete que cantava «Because The Night», que passava frequentemente na rádio Comercial. Mas agora sei. é certo que ela não era uma daquelas raparigas Pop stars como Britney Spears ou Jennifer Lopez. É certo que ela não tinha unhas pintadas, lábios com baton, pó de arroz ou um corpo perfeito como aparece nessas caras tão perfeitas e de falsos sorrisos em que se vê nos prémios da MTV. Mas ela tinha e ainda tem estilo. A poesia que conseguiu transmitir é surpreendente. Ela foi determinada a conseguir chegar aonde sempre quiz. Com esforço e muito suor. Nunca quiz fama. Só quiz que alguém entendesse a sua musica. Nos dias de hoje raparigas como esta já não há. Tudo culmina à perfeição. já não há sinceridade por trás das camâras. Como já disse só há Britney speares ou Jenifferes, ou seja a musica plástica. Trinta anos não bastaram para que Horses, o melhor de Patti, caisse no esquecimento. O artigo que aqui escrevo é pela simples razão de prestar homenagem á verdadeira musa da musica. Ave Patti Smith!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Bad Company- Bad Company&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;Uma banda como os Bad Company não podiam resultar melhor que isto! Definindos como super banda e com razão: Paul Rodgers (apesar da proposta irresistivel de substituir Ian Gillian dos Deep Purple decide avançar com o seu novo projecto) caracterizado pela sua voz de blues apaixonantes, pelo Simon Kirke ambos dos Free, por Mick Rhapls (insatisfeito com a liderança de David Bowie nos Mott The Hopple sai de imediato e entra a convite para os Bad Co.), e por Boz Burrell dos King Crimson. Empresariados pelo lendário Peter Grant (também empresário dos Led Zeppelin) assinam contrato para a inexperiente gravadora Swan Song e logo no inicio lançam Bad Company e o sucesso é imediato ocupando o primeiro lugar nos EUA e ocupando a terceira posição no Reino Unido. As suas letras entram nas linhas básicas em que descreve o amor não conseguido e a necessidade de «refrescar as ideias» vadiando. Em termos líricos e visuais os Bom Jovi bem podiam ser os Bad Co nos anos 80 já que prefiguram com similaridade. O disco apresenta-se de blues e rock in roll quase clássico e quase pré-moderno ou seja: eles encontraram uma sonoridade única que iria definir a banda nos próximos discos. Baladas roqueiras de sucesso iriam ser a marca registada da banda. Comecemos por Can’t Get Enough. A faixa apresenta um blues pesados e quase hard rock e decerto que para quem é fã do rock setecentista não vai desiludir com esse clássico fartamente passado nas rádio fm de rock. É uma canção que fala de amor nada mais mas que torna-a num clássico é pelas guitarradas de Simon Kirke. A Rock Steady, na minha opinião a melhor de todas, com ingredientes básicos mas Paul dá um toque especial graças à sua voz única. O intro e os refrães não desapontam. Ready For Love com um blues quase funk e badalado pela voz charmosa de Paul. Se para quem gosta de gospel com coros em uníssono decerto que a Don’t Let Me Down é a canção certa para os seus ouvidos. Bad Company não desiludi tal como o resto das faixas, não é só mais uma para preencher o álbum mas sim mais um clássico. As memoráveis linhas «Till the day I die» são tipo quase teatrais de um clima avassalador ou tipo cabaret em que está num estado melancólico. Pura poesia. O ponto alto também está presente no baixo alinhado de Boz Burrell e Paul toca piano na mesma tal como em Don’t Let Me Down. The Way I Choose uma balada quase jazz que percorre também blues de letra em que narra momentos de lamentos no passado. O rock in roll aperta-se em Movin’ On num estilo quase cowboy e cheio de estilo com grandes solos de Mick Ralphs. Seagull é simplesmente maravilhosa. Estou certo se fosse lançado em single seria um sucesso de tabelas. Uma balada quase country, a Seagull é simplesmente soberba, é dificil odiar este clássico. Paul nunca esteve melhor, Mick nunca tocou excelentemente guitarra acústica como aqui. Num clima tipo «hippie» a harmonia está presenciada fazendo lembrar o coral de Simon e Grafunkel. Para quem gosta de rock clássico ou de Bon jovi ou Journey não desiludirá com esta pérola que é considerado nos dias de hoje um clássico. Paul Rodgers- Voz e piano e co-guitarra em Can’t Get Enough Mick Ralphs- Guitarra/Keyboards Roz Burrell- Baixo Simon Kirke- Bateria Mel Collins- Saxofone em Don’t Let Me Down Produzido por Bad Company Lançado em Junho de 1974&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/34522588-115912432825996996?l=vanwilde.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://vanwilde.blogspot.com/feeds/115912432825996996/comments/default' title='Post Comments'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=34522588&amp;postID=115912432825996996' title='0 Comments'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/34522588/posts/default/115912432825996996'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/34522588/posts/default/115912432825996996'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://vanwilde.blogspot.com/2006/09/hoje-lano-aqui-alguns-textos-antigos.html' title=''/><author><name>Sergio</name><uri>http://www.blogger.com/profile/08811021220411129152</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-34522588.post-115896310268325349</id><published>2006-09-22T15:07:00.000-07:00</published><updated>2006-09-22T15:15:14.710-07:00</updated><title type='text'>Annie Hall</title><content type='html'>&lt;a href="http://photos1.blogger.com/blogger/3591/3805/1600/noivo-neurotico-noiva-nervosa-poster01[1].jpg"&gt;&lt;img style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; CURSOR: hand; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://photos1.blogger.com/blogger/3591/3805/320/noivo-neurotico-noiva-nervosa-poster01%5B1%5D.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;Woody Allen sempre soube contar e descrever assuntos universais, descritivos e reveladores. Annie Hall é um bom exemplo do que Woody exigia no filme: Naturalidade e simplicidade mas não entrar na linha entejada.&lt;br /&gt;Uma das marcas registadas dos filmes de Woody é misturar filosofia com humor e ter como plano de fundo clássicos de Jazz da década 20, 30 e 40. O palco sempre fora Nova York, por quem Woody tem a predilecção desde o inicio da sua carreira. A sua personagem exige sempre prevalecer na neurótica criatura nervosa, humor negro, dialecto intelectual e histórias que também pode acontecer-nos no dia a dia basta dizer que são histórias comuns mas com um certo toque á Allen. O filme expõe delicadeza e conflitos pessoais.&lt;br /&gt;As personagens são: Alvy Singer (Woody Allen), um humorista judeu e divorciado que acaba por conhecer Annie Hall, uma cantora a tempo inteiro, de soul e com um temperamento difícil, que não se deixa convencer pelas ideias ou opiniões com tanta facilidade ou seja ela não cede facilmente. Como sempre todos os casais têm as suas discussões e este é um dos exemplos comuns. Após viverem um determinado tempo começa-se a revelar crises conjugais e discussões intermináveis que leva o casal a mudanças convulsivas e tudo termina num séquito nada mais que normal.&lt;br /&gt;As piadas contadas por Woody, no filme, na Universidade de Wisconsin e no programa de "The Dick Cavett Show" são todas da época em que era comediante nos bares nocturnos e cafés.&lt;br /&gt;O filme aponta-se pela originalidade e empenho retraindo o rótulo de comédia romântica e entrando para um assunto normal como o nosso dia a dia. As interpretações também merecem ser relembradas pela notoriedade e singularidade que deram ênfase aos seus papéis. Woody Allen e Diane Keanton e do já veterano Christopher Walker e tem como aparição especial o cantor de folk Paul Simon. É um filme que merece ser revisto vezes e vezes sem conta, um grande clássico que ficou marcado no mundo do cinema e Ganhou 4 Oscars: Melhor Filme, Melhor Director, Melhor Actriz (Diane Keaton) e Melhor argumento Original, além de ter sido indicado na categoria de Melhor Actor (Woody Allen). Não ligo a óscares, prefiro ver o filme pela qualidade, era só uma curiosidade.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/34522588-115896310268325349?l=vanwilde.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://vanwilde.blogspot.com/feeds/115896310268325349/comments/default' title='Post Comments'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=34522588&amp;postID=115896310268325349' title='0 Comments'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/34522588/posts/default/115896310268325349'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/34522588/posts/default/115896310268325349'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://vanwilde.blogspot.com/2006/09/annie-hall.html' title='Annie Hall'/><author><name>Sergio</name><uri>http://www.blogger.com/profile/08811021220411129152</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-34522588.post-115895122770980697</id><published>2006-09-22T10:31:00.000-07:00</published><updated>2006-09-22T11:57:20.810-07:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>Eu sempre tive uma obsessão em fazer listas de canções/álbuns favoritos...isso é certo portanto aqui vai para quem quiser conhecer os os meus gostos pessoias.....&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Década 60&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;1-The Beatles- Sr Pepper's Lonely Hearts Club Band&lt;br /&gt;2-The Jimi Hendrix Experience- Electric Ladyland&lt;br /&gt;3-Iron Butterfly- In-A-Gadda-Da-Vida&lt;br /&gt;4-Love- Forever Changes&lt;br /&gt;5-Cream-Wheels Of Fire&lt;br /&gt;6-Pink Floyd- The Piper At The Gates Of Dawn&lt;br /&gt;7-The Velvet Underfround &amp; Nico- The Velvet Underground &amp;amp; Nico&lt;br /&gt;8-The Beach Boys- Pet Sounds&lt;br /&gt;9-The Kinks- Something Else&lt;br /&gt;10-The Doors- The Doors&lt;br /&gt;11-Bob Dylan- Highway 61 Revisited&lt;br /&gt;12-The Byrds- Mr Tamborine Man´&lt;br /&gt;13-Van Morrison- Astral Weeks&lt;br /&gt;14-Big Brother &amp;amp; The Holding Company- Cheap Thrills&lt;br /&gt;15-Led Zeppelin- Led Zeppelin II&lt;br /&gt;16-King Krimson- In The Court Of The Crimson&lt;br /&gt;17-MC5- Kick Ou The Jams&lt;br /&gt;18-The Who- The Who Sings My Generation&lt;br /&gt;19-The Rollings Stones- Beggars Banquet&lt;br /&gt;20-Frank Zappa- We're Onli In It For The Money&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Década 70&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;1-Queen- A Night At The Opera&lt;br /&gt;2-The Doors- LA Woman&lt;br /&gt;3-John Lennon- Imagine&lt;br /&gt;4-Led Zeppelin- Led Zeppelin IV&lt;br /&gt;5-Pink Floyd- The Dark Side Of The Moon&lt;br /&gt;6-The Who- Who's Next&lt;br /&gt;7-The Rolling Stones- Sticky Fingers&lt;br /&gt;8-Magazine- Real Life&lt;br /&gt;9-The Eagles- Hotel California&lt;br /&gt;10-David Bowie- The Rise And Fall Of Ziggy Stardust And The Spiders From Mars&lt;br /&gt;11-Lou Reed- Berlin&lt;br /&gt;12-Iggy Pop- Lust For Life&lt;br /&gt;13-Deep Purple- Machine Head&lt;br /&gt;14-AC/DC- Highway To Hell&lt;br /&gt;15-Bad Company- Bad Company&lt;br /&gt;16-Patti Smith- Horses&lt;br /&gt;17-Bob Dylan- Blood On The Tracks&lt;br /&gt;18-Aerosmith- Toys In The Attic&lt;br /&gt;19-Black Sabbath- Paranoid&lt;br /&gt;20-Van Halen- Van Halen&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Década 80&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;1-Queen- The Game&lt;br /&gt;2-Bruce Springsteen- Born In The USA&lt;br /&gt;3-Dire Straits- Brothers In Arms&lt;br /&gt;4-Iron maiden- The Number Of The Beast&lt;br /&gt;5-U2- Joshua 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The Neighbour&lt;br /&gt;8-Bon Jovi- Cross Road&lt;br /&gt;9-Metallica- Metallica (Black Album)&lt;br /&gt;10-Extreme- Extreme II: Pornograffitti&lt;br /&gt;11-Iron Maiden- Fear Of The Dark&lt;br /&gt;12-U2- The Best of 1980-1990&lt;br /&gt;13-R.E.M- Out Of Time&lt;br /&gt;14-Black Sabbath- Forbidden&lt;br /&gt;15-Brian May- Live at the Brixton Academy&lt;br /&gt;16-Megadeth- Countdown to Extinction&lt;br /&gt;17-Pantera- Vulgar Display Of Power&lt;br /&gt;18-Alice In Chains- Dirt&lt;br /&gt;19-Lenny Kravitz- Mama Said&lt;br /&gt;20-Pearl Jam- Ten&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E ai está a lista....um dia vou fazer o top 100 dos meus 100 álbuns favoritos da minha década 70...na minha opinião, a década 70 foi a ascenção do rock, cheio de inovações e novas ideias....&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/34522588-115895122770980697?l=vanwilde.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://vanwilde.blogspot.com/feeds/115895122770980697/comments/default' title='Post Comments'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=34522588&amp;postID=115895122770980697' title='0 Comments'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/34522588/posts/default/115895122770980697'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/34522588/posts/default/115895122770980697'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://vanwilde.blogspot.com/2006/09/eu-sempre-tive-uma-obsesso-em-fazer.html' title=''/><author><name>Sergio</name><uri>http://www.blogger.com/profile/08811021220411129152</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-34522588.post-115894581052128620</id><published>2006-09-22T09:58:00.000-07:00</published><updated>2006-09-22T10:28:40.736-07:00</updated><title type='text'>JAZZ</title><content type='html'>&lt;a href="http://photos1.blogger.com/blogger/3591/3805/1600/Dontbelg[1].1.jpg"&gt;&lt;img style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; CURSOR: hand; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://photos1.blogger.com/blogger/3591/3805/320/Dontbelg%5B1%5D.1.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt; Don't Stop Me Now&lt;br /&gt;&lt;a href="http://photos1.blogger.com/blogger/3591/3805/1600/bicycleusa[1].0.jpg"&gt;&lt;img style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; CURSOR: hand; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://photos1.blogger.com/blogger/3591/3805/320/bicycleusa%5B1%5D.0.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt; Fat Bottomed Girls//Bicycle Race&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;p&gt;&lt;a href="http://photos1.blogger.com/blogger/3591/3805/1600/image[1].jpg"&gt;&lt;img style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; CURSOR: hand; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://photos1.blogger.com/blogger/3591/3805/320/image%5B1%5D.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt; Jazz Album cover &lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;br /&gt;Um álbum surpreendente, sem sombra de duvida. A banda volta á simplicidade que havia perdida com o Queen II, mas mesmo assim não deixa de ser simples, quando disse ‘simplicidade’ referia-me á banda de por de lado as suas orquestrações pomposas (como em A Day At The Races ou A Night At The Opera), os seus arranjos complicadíssimos são menos complicados e talvez era o sinal de que a banda queria descontrair-se e levar ao máximo a vida. A primeira impressão que temos de Jazz é que parece ser um álbum de Verão, pelas suas letras, mais relaxado, Freddie torna-se num ‘Boggie Man’ e estranhamente de repente todas as bandas que haviam desaparecido na cena voltem com seu hard rock pesado, a culpa talvez seja dos Van Halen e estávamos mesmo a precisar, pois o punk já estava a desgastar-se e Eddie Van Halen provou que o Hard Rock ainda tem muitas surpresas na manga (no seu caso é na guitarra). Não sei se concordem comigo mas juntamente com o Queen, Jazz é um dos álbum mais pesados da banda.&lt;br /&gt;O álbum abre com Mustapha, uma grande canção com letras em árabe e inglês, talvez uma inovação para aquele tempo, pois as vocais são únicas, é engraçado como a canção começa com Freddie a solo nas suas vocais e de repente aparece uma tempestade começada pelo Brian nos seus riffs pesadões, aqui inventou-se o rock arábe. Fat Bottomed é a minha favorita deste álbum. Grandes refrães, confesso que os riffs de Brian são um bocado estranhos, é uma canção que não se ouve em mais nenhum lado. Merecia uma posição mais alta nos charts e, na minha opinião, um dos melhores singles de 1978. Cheio de rock in roll (parece rock sulista?!) Freddie canta em grande explendor e é quase sempre acompanhado pela banda nas vocais. Brian escreveu uma das canções mais quentes de sempre. Bicycle Race é de facto engraçada e mais uma vez algo novo (pois só na cabeça de alguém como Freddie). Escrever sobre bicicletas é algo que raramente acontece no mundo do rock in roll, as campainhas que se ouvem a meio da canção estão bem pensadas, se repararem na letra Freddie parece ser uma pessoa multi personalizada (ou gosta daquilo ou não gosta!), a bateria conjunça-se perfeitamente bem com a voz de Freddie, é como se Freddie dialogasse com Roger.&lt;br /&gt;If You Can’t Beat Them é uma das minhas favoritas. O baixo está bem presente e é uma das raras canções que John Deacon compõe em formato rock (dele estamos habituados a ouvir pop). É uma espécie de rock boogie, como se os Status Quo ou os Foghat nunca existissem. Let Me Entertain You foi feita para ser tocada em estudio. Hard Rock puro com sobras funkeadas, Roger expressa um dos melhores momentos, Freddie age como puro entertainer porque ele assim o é ou senão não haveria espectáculo para ninguém. A sua opinião quanto ao mundo da musica versus Freddie está (quase) aqui esclarecida. Se ouvirmos com atenção á partes em que Freddie parece estar a cantar mas é simplesmente o sir Brian a fazer mais uma das suas.&lt;br /&gt;Dead On Time podia muito bem ser heavy metal para aquele tempo. Mais pesado que Van Halen ou Deep Purple de certeza que para aqueles que têm o padrão mais pop (daqueles que gostem de Radio Ga Ga ou A Kind Of Magic) de certeza que vão por de lado esta faixa e passar logo para In Only Seven Days que considero a melhor balada do álbum. Tem um certo sabor a The Beatles mas com um toque a John Deacon. Parece ser simples mas era preciso pensar nisso. Dreamer’s Ball com um pouco de ambiente jazz e acusticas/Red Special no ar e ai nasce uma das baladas irresistíveis e simpáticas, daquelas que ouvimos vezes sem conta e não nos fartamos. Fun It sai muito fora do resto, se cola-se ao The Game não acharíamos tão estranho. Disco/Rock, Roger Taylor criou uma sonoridade vibrante e dançante e talvez seja Roger o verdadeiro culpado do nascimento de Another One Bites The Dust. A sonoridade pode não ter nada a ver mas parece ter o mesmo formato audível e coincidentemente Fun It e Another One Bites The Dust têm o mesmo tempo de duração. Leaving Home Ain’t Easy é obviamente uma pequena parte da biografia de Brian, interliga-se muito com a letra de Good Company (mas essa é mais metafórica, ficção). É uma faixa tipicamente pastoral, que me aborrece até um bocado, mas com excelentes arranjos acústicos, só que sinto que há algo que falte lá. Não está mal mas podia estar melhor.&lt;br /&gt;Agora temos aquele que foi o single a obter maior sucesso e que tornou-se memorável para os fãs acérrimos da banda, abram alas para Don’t Stop Me Now. Letra pejorativa, daquelas que estávamos á espera que fosse de Freddie, de estereótipo sexual mas com um pouco de ironia, consegue superar todas as expectativas e adaptar-se fielmente ao álbum, momentos altos para o solo da Red, uma das melhores obras de Brian e para o solo de Roger , pesado. Tem um ar de se adaptar-se bem aos fifties, é puro rock in roll, muito básico. Se há coisa que eu não entendo é como pode-se detestar More Of That Jazz, muito ignorada pelos fãs da banda (e até pelo Roger!) mas que acima de tudo é uma excelente faixa bem ao estilo de hard rock com óptimos refrões. Roger parece detestar Jazz (pois ouve-se muito «no more of that jazz»), a parte curiosa é haver faixas do álbum coladas no meio de More Of That Jazz como se fosse um medley, até se saiu bem, mas era escusado. Quase no final da faixa , a 4:00min, Roger manobra um excelente solo de percussão, mas ouvimos uma parecença com o fechamento de Fat Bottomed Girls que quase parte da mesma maneira, mas não deixa de ter um fim digno depois de ouvir-mos este clássico de 13 faixas que pertencem á galeria dos maiores clássicos de Rock. O maior erro que provem do álbum é o próprio titulo, não sei quem teve a ideia idiota de chamar Jazz enquanto não há nada de Jazz (se fosse Miles Davis ou John Coltrane ai já se entendia), mas francamente! Digo isso porque á primeira vez que vi este álbum ignorei pensando ser um projecto com uma sonoridade Jazz, pois não conhecia nenhuma faixa ou single naquela relíquia, podia já ter o News Of The World ou A Night At The Opera, mas o Jazz, ai desconhecia por completo. Lançado em 1978 esteve na quarta posição no Reino Unido, é um álbum directo, fresco e como sempre a banda consegue diversificar, ou seja nenhuma faixa é iguala a nenhuma. Este álbum ganhou vida própria, porque se formos a reparar, o som é único, não há nada parecido com os lançamentos futuros. &lt;/p&gt;&lt;p&gt;Mustapha&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Fat Bottomed Girls &lt;/p&gt;&lt;p&gt;Jealousy  &lt;/p&gt;&lt;p&gt;Bicycle &lt;/p&gt;&lt;p&gt; If You Can't Beat Them&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Let Me Entertain You &lt;/p&gt;&lt;p&gt;Dead on Time  &lt;/p&gt;&lt;p&gt;In Only Seven Days &lt;/p&gt;&lt;p&gt;Dreamer's Ball  &lt;/p&gt;&lt;p&gt;Fun It &lt;/p&gt;&lt;p&gt;Leaving Home Ain't Easy &lt;/p&gt;&lt;p&gt;Don't Stop Me Now &lt;/p&gt;&lt;p&gt;More of the Jazz&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Produzido por: Queen &amp;amp; Roy Thomas Baker&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/34522588-115894581052128620?l=vanwilde.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://vanwilde.blogspot.com/feeds/115894581052128620/comments/default' title='Post Comments'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=34522588&amp;postID=115894581052128620' title='0 Comments'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/34522588/posts/default/115894581052128620'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/34522588/posts/default/115894581052128620'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://vanwilde.blogspot.com/2006/09/jazz.html' title='JAZZ'/><author><name>Sergio</name><uri>http://www.blogger.com/profile/08811021220411129152</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-34522588.post-115870079361474638</id><published>2006-09-19T14:10:00.000-07:00</published><updated>2006-09-19T14:19:53.630-07:00</updated><title type='text'>Mário De Sá Carneiro</title><content type='html'>Há escritores nacionais que têm um reconhecimento superior pelas suas obras primas geniais e prefiguradas e que são visto de uma dimensão maior que outros, desses outros que obtêm uma literatura enriquecida mas mantêm-se esquecidas nas profundezas.&lt;br /&gt;Então aqui escrevo e divulgo um dos grandes escritores portugueses, um dos grandes dinossauros do modernismo português, o eremita, saudosista e prosaico Mário de Sá Carneiro.&lt;br /&gt;Um artista que não só era capaz de criar histórias como também vida. A loucura, paixão, cosmopolitismo, comunicação excessivamente radical, prazeres sexuais e  ficção estão bem patentes nas suas histórias que normalmente põem um ponto final na tragédia. Mário De Sá Carneiro nasceu em  19 de Maio de 1890, em Lisboa. Nasceu no seio de uma família burguesa abastada, passou grande parte na sua infância na Quinta Da Vitória na freguesia de Camarate. Aos doze anos descobre a poesia e aos quinse anos traduz Victor Hugo e aos dezasseis  Goethe e Shiller.  Em 1911, com dezanove anos, matricula-se na Faculdade De Direito  mas sem completar sequer um ano. A partir dai conhece aquele que foi o seu melhor amigo e o que compreendeu o génio por trás de Mário- ‘Mário De Sá Carneiro não tem biografia, só génio’- introduzindo-se assim no ciclo dos modernistas juntamente com José de Almada Negreiros, José Pacheco entre outros criando assim a revista da vanguarda, a Orpheu que pretendia chocar a burguesia e o conservadorismo e abranger novas estéticas e ideias.&lt;br /&gt;Seguiu para Paris para prosseguir os estudos superiores dependendo financeiramente do seu pai, dai uma vida sem preocupações e boémia. Obviamente deixou de frequentar aulas. Corresponde com Fernando Pessoa e conhece  Guilherme De Santa Rita um pintor futurista (pintor de um dos meus quadros favoritos, ‘Cabeça’).  Mário esteve no auge artisticamente quando era movido a desespero, angustia, frustrações e loucura escrevendo ai a  maior parte da sua obra. Regressa á capital portuguesa devido a uma disputa entre a Áustria- Hungria e a Sérvia originando assim a 1ª Guerra Mundial.&lt;br /&gt;Em Julho de 1915 regressa a Paris e corresponde novamente com Fernando Pessoa mas mais fastidioso, hediondo e de psicologia e estado emocional cada vez mais lancinante.  Devido á perda da vontade de viver e de sentir-se depressivo, suicidou-se no Hotel De Nice no Bairro de Montmartre, em Paris e teve como recursos para a realização do seu suicídio de cinco frascos de arseniato e estricnina. Este acontecimento trágico decorreu no dia 26 de Abril de 1916. Tinha apenas 26 anos.&lt;br /&gt; O primeiro livro que li deixou-me levar pelo embalo das loucuras vãs e desconcertastes. Intitulava-se ‘Loucura’. A partir dai foi descobrir livro a livro os seus segredos, as suas excentricidades, as suas obsessões  e a sua pessoa. Pois em cada palavra, parágrafo e frase há uma parte dele que vive enquanto seguimos o decurso da história. Ele merecia muito mais. Merecia ser um Camões ou um Pessoa. Mas só teve um Sá De Carneiro.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/34522588-115870079361474638?l=vanwilde.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://vanwilde.blogspot.com/feeds/115870079361474638/comments/default' title='Post Comments'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=34522588&amp;postID=115870079361474638' title='0 Comments'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/34522588/posts/default/115870079361474638'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/34522588/posts/default/115870079361474638'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://vanwilde.blogspot.com/2006/09/mrio-de-s-carneiro.html' title='Mário De Sá Carneiro'/><author><name>Sergio</name><uri>http://www.blogger.com/profile/08811021220411129152</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-34522588.post-115860459912281360</id><published>2006-09-18T11:30:00.000-07:00</published><updated>2006-09-18T11:39:34.743-07:00</updated><title type='text'>My Fav guitar riffs/solos</title><content type='html'>&lt;a href="http://photos1.blogger.com/blogger/3591/3805/1600/brianmay[1].2.jpg"&gt;&lt;img style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; CURSOR: hand; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://photos1.blogger.com/blogger/3591/3805/320/brianmay%5B1%5D.2.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt; Quando estava a ouvir Sabbath Bloody Sabbath, entrei em transe com os riffs e solos do grande Tommy Iommi. De repente entrou como uma bala pela minha cabeça fazer uma lista do Top 20 dos meus favoritos (e não melhores, ai cada um tem a sua opinião) solos/riffs de guitarra. Aqui vai:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;1- &lt;strong&gt;Queen&lt;/strong&gt;- Tie Your Mother Down&lt;br /&gt;2- &lt;strong&gt;Free&lt;/strong&gt;- All Right Now&lt;br /&gt;3- &lt;strong&gt;Iron Maiden&lt;/strong&gt;- The Number Of The Beast&lt;br /&gt;4- &lt;strong&gt;Black Sabbath&lt;/strong&gt;- Sabbath Bloody Sabbath&lt;br /&gt;5- &lt;strong&gt;Guns N’ Roses&lt;/strong&gt;- Paradise City&lt;br /&gt;6- &lt;strong&gt;Muddy Waters&lt;/strong&gt;- Mannish Boy&lt;br /&gt;7- &lt;strong&gt;Led Zeppelin&lt;/strong&gt;- Since I’ve Been Loving You&lt;br /&gt;8- &lt;strong&gt;Metallica&lt;/strong&gt;- Disposable Heroes&lt;br /&gt;9- &lt;strong&gt;UFO&lt;/strong&gt;- Rock Bottom&lt;br /&gt;10- &lt;strong&gt;Cream&lt;/strong&gt;- Crossroads&lt;br /&gt;11- &lt;strong&gt;Chuck Berry&lt;/strong&gt;- Johnny B. Goode&lt;br /&gt;12- &lt;strong&gt;Deep Purple&lt;/strong&gt;- Smoke On The Water&lt;br /&gt;13- &lt;strong&gt;AC/DC&lt;/strong&gt;- Back In Black&lt;br /&gt;14- &lt;strong&gt;Bad Company&lt;/strong&gt;- Can’t Get Enough&lt;br /&gt;15- &lt;strong&gt;Scorpions&lt;/strong&gt;- Rock You Like A Hurricane&lt;br /&gt;16- &lt;strong&gt;The Kinks&lt;/strong&gt;- You Really Got Me&lt;br /&gt;17- &lt;strong&gt;Jimi Hendrix&lt;/strong&gt;- Voodoo Child (Slight Return)&lt;br /&gt;18- &lt;strong&gt;Dire Straits&lt;/strong&gt;- Sultans Of Swing&lt;br /&gt;19-&lt;strong&gt; Thin Lizzy&lt;/strong&gt;- Whiskey In The Jar&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Van Halen&lt;/strong&gt;- Panama&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/34522588-115860459912281360?l=vanwilde.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://vanwilde.blogspot.com/feeds/115860459912281360/comments/default' title='Post Comments'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=34522588&amp;postID=115860459912281360' title='0 Comments'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/34522588/posts/default/115860459912281360'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/34522588/posts/default/115860459912281360'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://vanwilde.blogspot.com/2006/09/my-fav-guitar-riffssolos.html' title='My Fav guitar riffs/solos'/><author><name>Sergio</name><uri>http://www.blogger.com/profile/08811021220411129152</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-34522588.post-115859650870094395</id><published>2006-09-18T09:19:00.000-07:00</published><updated>2006-09-18T11:25:30.756-07:00</updated><title type='text'>Radio Ga Ga</title><content type='html'>&lt;a href="http://photos1.blogger.com/blogger/3591/3805/1600/radio_gaga[1].0.jpg"&gt;&lt;img style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; CURSOR: hand; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://photos1.blogger.com/blogger/3591/3805/320/radio_gaga%5B1%5D.0.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O single de que vou falar foi sem duvida um dos mais meditativos da banda, uma relíquia em formato pop, que conseguiu chamar a atenção tanto aos fãs da banda como aos não fãs e não é para menos visto ter um apelo muito comercial mas também muito inspirador. Confesso que á primeira Radio Ga Ga não me impressionou tanto como Bohemian Rhapsody mas só depois de ver o video-clip pela primeira vez a minha ideia acerca da canção foi outra: adorei! E isso deveu-se ao forte visual da banda, vestidos como se fossem guerreiros siderais num jacto em segunda mão, uma multidão submetida pela banda enquanto se ouve o refrão e partes fundamentais para o ambiente do clip, mais soterrado, equilibrado e pesado que transmite uma certa ideia de os Queen serem heróis num romance de ficção cientifica da década cinquenta. Podemos, também, observar bocados do grande clássico Metropolis, do realizador expressionista alemão Fritz Lang.&lt;br /&gt;Radio Ga Ga resultou de uma série de sintetizadores, de diferentes modelos, para dar vida criando assim efeitos sonoros, vozes computurizadas, sons sintéticos e digitais criando assim uma ruptura entre um estranho futurismo adjacente. É escusado disser qual a origem do som da bateria. Deve-se aos efeitos digitais da bateria Hi-Hat, adicionando overdubs e Roger ainda tentou a drum machine. As palmas que o espectador ouve ou vê no vídeo são criadas a partir do ‘snare-drum’, aliás, penso que as palmas mereciam muito mais força. John Deacon participa tocando o baixo e que baixo! Brian fenomenalmente toca em ‘slide-guitar’ com a Red Special no fim da canção. Basta ver no Wembley e saberão do que estou a falar. A voz de Freddie decorreu de forma normal e em algumas situações foi dobrada dando assim um efeito de eco.&lt;br /&gt;Foi gravada nos finais de 1983, nos Estúdios Plant, em Los Angeles. Lançado em 1984 no dia 23 de Janeiro obteve a 2ª posição no Reino Unido (só não ficou em 1º graças aos Frankie Goes To Hollywood com o ‘Relax’) e ficou em 1º lugar em 19 países.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/34522588-115859650870094395?l=vanwilde.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://vanwilde.blogspot.com/feeds/115859650870094395/comments/default' title='Post Comments'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=34522588&amp;postID=115859650870094395' title='0 Comments'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/34522588/posts/default/115859650870094395'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/34522588/posts/default/115859650870094395'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://vanwilde.blogspot.com/2006/09/radio-ga-ga.html' title='Radio Ga Ga'/><author><name>Sergio</name><uri>http://www.blogger.com/profile/08811021220411129152</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-34522588.post-115850690897727767</id><published>2006-09-17T08:20:00.000-07:00</published><updated>2006-09-17T08:28:28.990-07:00</updated><title type='text'>The Piper At The Gates Of Dawn</title><content type='html'>&lt;p align="center"&gt;&lt;a href="http://photos1.blogger.com/blogger/3591/3805/1600/Digitalizar.jpg"&gt;&lt;img style="CURSOR: hand" alt="" src="http://photos1.blogger.com/blogger/3591/3805/320/Digitalizar.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;p align="center"&gt;Desenhado por mim, dedicado a Syd Barret, que merrecia mais&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://photos1.blogger.com/blogger/3591/3805/1600/syd25[1].jpg"&gt;&lt;img style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; CURSOR: hand; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://photos1.blogger.com/blogger/3591/3805/320/syd25%5B1%5D.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://photos1.blogger.com/blogger/3591/3805/1600/Syd2[1].jpg"&gt;&lt;img style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; CURSOR: hand" alt="" src="http://photos1.blogger.com/blogger/3591/3805/320/Syd2%5B1%5D.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Já tinha ouvido falar muito acerca deste álbum, até que um dia decidi realmente experimentar ouvi-lo e a primeira ideia que me veio á cabeça como é que aqueles tipos conseguiram fazer isso?! Aquela pérola cheia de irascibilidade mostrava como as coisas realmente eram: infinitas. 1967 foi um bom ano para a musica pop. Grandes bandas estreavam em LP’s como os The Doors (The Doors), os Love (Forever Changes), os Velvet Underground (Velvet Underground &amp; Nico) ou os Procol Harum (First Album) e havia os Pink Floyd, liderado pelo genial Syd Barret., com The Piper At The Gates Of Dawn, e é desse que vamos falar. Lançado em Agosto, no apogeu do psicadélico, na época de «paz e amor, da comunidade hippie e da Guerra do Vietnã, os Pink Floyd no entanto não traçaram esse caminho, levando as letras mais a sério, experimentando novos sons, fazendo com que selassem a banda de experimental, criando efeitos sonoros para além do paranormal, Syd Barret explorou a guitarra distorcida, o álbum foi gravado em apenas quatro canais. Estão aqui pequenas maravilhas de pop repletas de rupturas e surpresas, que por vezes faz lembrar os Beatles ou The Who. Syd Barret consegue ser mais do que um escritor de letras talentoso, consegue ser uma espécie de Andre Breton, ou seja consegue ser um poeta surrealista que aborda temas que nunca ninguém ousou fazer. Encontramos um ambiente futurista em Interstellar Overdrive e Astronomy Domine, no ocultismo em Lucifer Sam e Chapter 24 baseado no livro I Ching. Syd tinha apenas 21 anos quando The Piper At The Gates Of Dawn teve, digamos, um sucesso moderado, conseguindo entrar no top 30 nos EUA, se alguém procura obras da era Gilmour/Waters bem pode esquecer este aqui, Syd Barret é Syd e ele era mesmo assim, os Pink Floyd não podiam começar de uma maneira melhor que isto! Voltando ao assunto, o espirito psicadélico esta aqui presente, algo que não encontrara depois. Mudanças harmónicas bem surpreendentes, uma forma de cantar inimitável e uma poesia terrivelmente pessoal que fazem as suas composições parecerem ovnis no mundo do rock. Flaming ou Gnome representa aquilo que Syd vai fazer a solo no futuro, Mathilda Mother demonstra uma simplicidade pop. Os instrumentos exóticos estão aqui presentes e versatilidade e brilhantismo também. Tal como Rogers Waters havia dito: «aquilo era Syd e Syd era um génio». Sem duvida que The Piper At The Gates Of Dawn foi inovador e foi um dos impulsionadores ao lançar ao rock progressivo. Se quem quiser conhecer Syd Barret, fundador da banda, é um erro começar pelos seus álbuns a solo, deve-se começar por este porque é onde está o essencial de Barret. O louco mais genial, não&lt;a href="http://photos1.blogger.com/blogger/3591/3805/1600/syd[1].png"&gt;&lt;img style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; CURSOR: hand" alt="" src="http://photos1.blogger.com/blogger/3591/3805/320/syd%5B1%5D.png" border="0" /&gt;&lt;/a&gt; podia haver mais!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Syd Barret&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;Roger Keith Barret (nasceu a 6 de Janeiro de 1946, em Cambridge, Inglaterra) , mais conhecido por Syd Barret, era um génio no meio musical que o destino amargou-o dando poucos anos de vida a Syd na musica, mas temos que reconhecer que Syd Barret era um génio que transbordava loucura e inovação. Muitos como ele nunca houve, se quer a prova ouve The Piper At The Gates Of Dawn, obra prima absoluta dos Pink Floyd! Foi um dos fundadores da banda Pink Floyd, que fundou nos princípios de 1960, infelizmente uma das poucas coisas que muita gente não sabe é que Syd Barret foi inovador pela razão de explorar como nunca as capacidades sonoras da distorção e especialmente por explorar a recém chegada máquina de eco. Cada vez mais a musica pop/rock ia ganhando importância e já não era só os singles quer importavam, o álbum ao todo era considerado obras-primas em que cada faixa ganhava identidade própria, letras bem arrojadas, instrumentos exóticos e pura êxtase. Assim começou o movimento rock progressivo, em que reinava acima de tudo o experimenta. O que mais caracterizava o rock progressivo era a tentativa de não ter estilo próprio mas explorar outros estilos para além do mesmo. Há quem diga que a marca inicial do rock progressivo, ou seja a sua génese é The Piper At The Gates Of Dawn outros afirmam que é St Pepper’s Lonely Hearts Club Band mas seja como for curiosamente as duas banda partilharam o mesmo estúdio durante as sessões desses mesmos álbuns aqui dito.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/34522588-115850690897727767?l=vanwilde.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://vanwilde.blogspot.com/feeds/115850690897727767/comments/default' title='Post Comments'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=34522588&amp;postID=115850690897727767' title='0 Comments'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/34522588/posts/default/115850690897727767'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/34522588/posts/default/115850690897727767'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://vanwilde.blogspot.com/2006/09/piper-at-gates-of-dawn.html' title='The Piper At The Gates Of Dawn'/><author><name>Sergio</name><uri>http://www.blogger.com/profile/08811021220411129152</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-34522588.post-115849473396817021</id><published>2006-09-17T04:39:00.000-07:00</published><updated>2006-09-17T05:05:33.976-07:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>&lt;a href="http://photos1.blogger.com/blogger/3591/3805/1600/3b[1].jpg"&gt;&lt;img style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; CURSOR: hand" alt="" src="http://photos1.blogger.com/blogger/3591/3805/320/3b%5B1%5D.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt; Freddie Mercury&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Freddie Mercury, do nome verdadeiro Farokh Bulsara, donde veio a cultura era muito mais atrasada, apesar de ser um paraiso, Freddie era um monstro que não podia viver no anonimato, um musico brilhante, versátil e neuróticamente perfeccionista em estudio conseguiu quebrar todas as barreiras e obstáculos no mundo da musica criar obras de arte. Bohemian Rhapsody é a minha canção favorita tanto da banda como no mundo do rock. Se fosse vivo, Freddie Mercury fazia 60 anos no dia 5 de Setembro de 2006. Se os Queen não entrassem para a minha vida sentiria que há algi que falte para preencher o vazio. Agradeço de todo o coração a um colega meu que trouxe o The Greatest Hits III á 6 anos. A primeira canção que realmente prestei atenção? Princes Of The Universe....simplesmente magistral.&lt;br /&gt;Em Portugal fiquei desanpontado por aprofundarem mais a sua vida privada na revista Domingo e no especial da treta que deu na RTP, foi uma menção estupida relatar algo que não nos diz respeito. Freddie ficou famoso devido ao seu carisma unico e posso dizer com toda a vivacidade que ele era um deus em que um palco como o Wembley não bastava, nem um mundo inteiro bastava, ele queria mais.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;o que vale a pena ouvir? Tudo o que é Freddie Mercury tanto nos Queen como a solo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Quanto á questão do novo projecto, Paul Rodgers+Queen, estou totalmente de apoio.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/34522588-115849473396817021?l=vanwilde.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://vanwilde.blogspot.com/feeds/115849473396817021/comments/default' title='Post Comments'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=34522588&amp;postID=115849473396817021' title='0 Comments'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/34522588/posts/default/115849473396817021'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/34522588/posts/default/115849473396817021'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://vanwilde.blogspot.com/2006/09/freddie-mercury-freddie-mercury-do.html' title=''/><author><name>Sergio</name><uri>http://www.blogger.com/profile/08811021220411129152</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-34522588.post-115844622750790168</id><published>2006-09-16T15:32:00.000-07:00</published><updated>2006-09-16T15:37:07.520-07:00</updated><title type='text'>Miles Davis- Walkin'</title><content type='html'>&lt;a href="http://photos1.blogger.com/blogger/3591/3805/1600/h35319a8kv3[1].jpg"&gt;&lt;img style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; CURSOR: hand; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://photos1.blogger.com/blogger/3591/3805/320/h35319a8kv3%5B1%5D.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://photos1.blogger.com/blogger/3591/3805/1600/miles1[1].gif"&gt;&lt;img style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; CURSOR: hand; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://photos1.blogger.com/blogger/3591/3805/320/miles1%5B1%5D.gif" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Wakin’ é um disco de rara beleza que transmite uma certa nostalgia é talvez de certo modo um dos melhores de Miles Davis.&lt;br /&gt;A banda funciona mutuamente, Miles Davis é acompanhado por uma banda magistral e experiente garantido assim a ambição e transição de cinco clássicos absolutos. o mestre de jazz é acompanhado por Horace Silver no piano, Percy Heath no baixo e Kenny Clarke. JJ Johnson na trombeta e Lucky Thompson no saxofone tenor são acompanhados em Blue n’ Boogie e Walkin’. É certo que só agora estou a introduzir-me no Jazz mas ao ouvir e saborear cada nota dos solos brilhantes de JJ Johnson é espiritual e relaxante as suas melodias exogénicas conseguem dar um ambiente extraordinário e fora de série, quanto a Miles Davis, o famoso de sempre na trombeta, ignoro manear algo sobre a sua técnica, porque quando se fala do seu modo de tocar fala-se de eficácia. Elogios para ele já tem bastante.&lt;br /&gt;Solar dedica uma melodia mais delicada, mais embalada. Walkin’ não é para ouvir de maneira nenhuma de um modo vitupério ou trivial. Devemos ouvir quando queremos realmente ouvir e sugar toda a essência da melodia que traz este soberbo clássico. Sim, não resta duvidas entre as cinzas que Miles Davis é um génio. O Jazz reconhece que Miles é o senhor do género. O prestigio é seu.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/34522588-115844622750790168?l=vanwilde.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://vanwilde.blogspot.com/feeds/115844622750790168/comments/default' title='Post Comments'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=34522588&amp;postID=115844622750790168' title='0 Comments'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/34522588/posts/default/115844622750790168'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/34522588/posts/default/115844622750790168'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://vanwilde.blogspot.com/2006/09/miles-davis-walkin.html' title='Miles Davis- Walkin&apos;'/><author><name>Sergio</name><uri>http://www.blogger.com/profile/08811021220411129152</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-34522588.post-115843280850065171</id><published>2006-09-16T11:44:00.000-07:00</published><updated>2006-09-16T11:53:28.503-07:00</updated><title type='text'>A Dura Realidade</title><content type='html'>&lt;a href="http://photos1.blogger.com/blogger/3591/3805/1600/Bilgaon6[1].jpg"&gt;&lt;img style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; CURSOR: hand; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://photos1.blogger.com/blogger/3591/3805/320/Bilgaon6%5B1%5D.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;Por quantos caminhos terei que caminhar?&lt;br /&gt;Nesta selva suburbana, errática&lt;br /&gt;Por quantas etapas terei que passar?&lt;br /&gt;Para provar que sou um homem livre&lt;br /&gt;São tempos difíceis estes&lt;br /&gt;cada gota de suor, cada sacrifício, o sangue que damos&lt;br /&gt;para ganhar o sustento&lt;br /&gt;e depois parar ás entranhas dos políticos abastados&lt;br /&gt;gordos, inúteis que dependem dos mais fracos e pobres&lt;br /&gt;sacrifícios e trabalhos duros&lt;br /&gt;tudo em vão&lt;br /&gt;É esta a dura realidade&lt;br /&gt;Por quantos sinais terei eu que avistar?&lt;br /&gt;Para merecer algo digno depois destes anos todos inábeis&lt;br /&gt;Por quantas chuvas e raios de sol terei de aguentar?&lt;br /&gt;Para poder dormir aconchegado numa casa com tecto e benigna&lt;br /&gt;Criança, abre bem os olhos&lt;br /&gt;Ouve e aprende, pois esta é a tua ultima oportunidade&lt;br /&gt;Se as tuas mãos de nada servirem senão para limpares as lágrimas&lt;br /&gt;Se não fores inteligente e desperto&lt;br /&gt;Não terás hipótese de sobrevir,&lt;br /&gt;Advinham ai tempos de cão, atenta-te&lt;br /&gt;Pois esta é a dura realidade&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;inspirei-me no romance do Émile Zola, penso que transcrevi a realidade como ela é...de certo modo cada um tem o seu ponto de vista e eu aleguei o meu ponto de vista...&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/34522588-115843280850065171?l=vanwilde.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://vanwilde.blogspot.com/feeds/115843280850065171/comments/default' title='Post Comments'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=34522588&amp;postID=115843280850065171' title='0 Comments'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/34522588/posts/default/115843280850065171'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/34522588/posts/default/115843280850065171'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://vanwilde.blogspot.com/2006/09/dura-realidade.html' title='A Dura Realidade'/><author><name>Sergio</name><uri>http://www.blogger.com/profile/08811021220411129152</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-34522588.post-115843210760058851</id><published>2006-09-16T11:41:00.000-07:00</published><updated>2006-09-16T11:41:47.610-07:00</updated><title type='text'>em nome da arte: September 2006</title><content type='html'>&lt;a href="http://vanwilde.blogspot.com/2006_09_01_vanwilde_archive.html"&gt;em nome da arte: September 2006&lt;/a&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/34522588-115843210760058851?l=vanwilde.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://vanwilde.blogspot.com/feeds/115843210760058851/comments/default' title='Post Comments'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=34522588&amp;postID=115843210760058851' title='0 Comments'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/34522588/posts/default/115843210760058851'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/34522588/posts/default/115843210760058851'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://vanwilde.blogspot.com/2006/09/em-nome-da-arte-september-2006.html' title='em nome da arte: September 2006'/><author><name>Sergio</name><uri>http://www.blogger.com/profile/08811021220411129152</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-34522588.post-115842007753758946</id><published>2006-09-16T08:13:00.000-07:00</published><updated>2006-09-16T08:21:42.700-07:00</updated><title type='text'>Iron Maiden- A Matter Of Life And Death</title><content type='html'>&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Iron Maiden- A Matter Of Life And Death&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Grandes Iron Maiden! A volta foi surpreendente com a dama de metal a mostrarem mais uma vez que têm garra e que Eddie está de volta para aterrorizar os corações dos mais fracos. Apesar de a fórmula ser a mesma desde a metade da década 90 os Maiden são donos de um estilo único e inconfundível e outra das grandes proezas é que três guitarras em simultâneo funcionem perfeitamente bem, algo que raramente resulta bem noutras bandas, a formação é a mesma desde o grande e já clássico álbum Brave New World (2000) e Steve Harris, lider e baixista do grupo consegue entreter-nos e impressionar-nos sempre com algo diferente. Talvez Matther Of Life And Death seja o mais progressivo e longo de todos os originais da banda mas não é o ‘mais chato’ aliás consegue muito bem agarrá-lo ao som delicioso e único.&lt;br /&gt;O álbum abre com Different World muito orientada para o hard rock dos seventies, um pouco de Thin Lizzy ou Black Sabbath mas ainda mais pesado. É o básico da discografia dos Maiden abrirem sempre com faixas roqueiras para relaxar e apreciar. Dava um belo single. These Colours Don’t Run tem como tema a guerra fria, a faixa abre com o excelente solo melódico de Dave Murray.&lt;br /&gt;Brighter Than A Thousand Suns é impressionante e a isso deve-se muito ao grande vocalista, o senhor Bruce Dickinson. Ele abusou muito nas vocais com ecos e sabe-se lá mais o quê. The Pilgrim é excelente (aliás aqui tudo é excelente) o recurso das vocais dobradas foi muito bem usado (tom médio e alto), o destaque vai também para Nicko Mccbrain, pode ser já velho mas ainda sabe dar porrada na bateria e também mostra que tem técnica e truques na manga. The Longest Day muito bem detalhada, épica e excelente trabalho nas linhas do baixo e guitarra. É um marco para o Maiden mais progressivo. O tom grave de Dickinson no intro é uma surpresa e atmosfera musical é aterradora, Mccbrain cria trovões com a sua bateria e os refrães em plenos pulmões são admiráveis&lt;br /&gt;Out Of The Shaddows, uma das faixas curtas, muito progressivo e adiciona-se também os violões e já para não se esquecer o solo fenomenal de Adrian Smith (na minha opinião o melhor solista da banda). The Reincarnation Of Benjamin Breeg é uma excelente faixa bem roqueira, de certeza que já houve gente que ouvi-a no Top + ou no VH1, pois foi lançado em single e é uma das minhas favoritas. Apesar de não ter um formato mais comercial feito para ser single este está entre os clássicos que merece entrar para um dos Best Of da dama de ferro. Agora se quem é Benjamin Breeg isso ainda é um mistério. For The greater Good Of God é uma critica que fala sobre individuos que usam o nome de Deus para os seus próprios fins. A sensação que tive ao ouvi-la foi a de ficar impressionado com o que esse pessoal podia fazer ao vivo no estudio sem recorrer a essas tretas digitais ou truques de estúdio, a técnica é benevolente e são mestres da arte de fazer a musica mais ao natural usando os seus próprios recursos.&lt;br /&gt;Lord Of Light tem influencias do Factor X, Adrian mais uma vez faz um óptimo trabalho na guitarra introduzindo solos extenuantes mas não deixa de ser a melhor faixa do álbum, embora que seja agrdável ouvi-la.&lt;br /&gt;Por fim temos o épico e mais progressiva faixa de todas nesta já obra-prima: The Legacy. Já considerado a faixa favorita neste álbum pelos fãs da banda e de facto não é para menos. Se ouvirem sabem do que estou a falar. O ambiente alterna-se entre balada, peso e riffs unicos, uma Bohemian Rhapsody á maneira dos Maiden. Longa e muito técnica as vocais de Dickinson são excelentes, de certeza uma faixa muito trabalhada e cuidada.&lt;br /&gt;A Matter Of Life And Death é um excelente álbum, ainda mais ao estilo do líder da banda, Steve Harris (como ele disse que as suas influencias são do rock progressivo tipo Pink Floyd ou Yes), do que da banda. Apesar de continuar a preferir o The Dance Of Death, dos trens da nova formação este registo dos originais já é um marco histórico da banda e isso deve-se ao excelente profissionalismo da banda no estúdio. Os Iron Maiden serão sempre a minha banda favorita no panorama heavy metal e eles são os mais sinceros possíveis enquanto vemos os Metallica mais comerciais do que nunca e recorrem a cada estupidez como psicológicos ou sabe-se lá mais o quê os Iron Maiden mantém o emblema metaleiro.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/34522588-115842007753758946?l=vanwilde.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://vanwilde.blogspot.com/feeds/115842007753758946/comments/default' title='Post Comments'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=34522588&amp;postID=115842007753758946' title='0 Comments'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/34522588/posts/default/115842007753758946'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/34522588/posts/default/115842007753758946'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://vanwilde.blogspot.com/2006/09/iron-maiden-matter-of-life-and-death.html' title='Iron Maiden- A Matter Of Life And Death'/><author><name>Sergio</name><uri>http://www.blogger.com/profile/08811021220411129152</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry></feed>
